A armadilha de fraudes DeFi na ecossistema TRON: a lista branca é como se não existisse

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Uma denúncia de fraude DeFi causou grande agitação na ecossistema TRON, expondo novamente os riscos de segurança no setor de finanças descentralizadas. Segundo informações divulgadas pela comunidade, um projeto alegadamente de fraude DeFi conseguiu enganar os usuários e levar embora 200 mil dólares, e o mais lamentável é que esse projeto fraudulento foi listado na whitelist oficial, levantando fortes dúvidas por parte das vítimas.

A ambição de 孙宇晨: criar um ecossistema DeFi na versão TRON

Impulsionado pelo sonho de que “a próxima onda de DeFi acontecerá na TRON”, 孙宇晨, frequentemente acusado de plágio, lançou uma série de produtos DeFi. Primeiro, lançou JUST (JST), que se autodenomina “o projeto DeFi mais forte da TRON”, seguido pelo lançamento do JustSwap, que afirma ser “o Uniswap na TRON”. Em agosto do mesmo ano, lançou também o JUSTLend, posicionado como “o Compound na TRON”. Essas ações indicam que 孙宇晨 deseja construir rapidamente um ecossistema DeFi na TRON através da cópia de projetos DeFi existentes.

No entanto, a realidade mostrou que esse caminho de rápida expansão não foi tão tranquilo quanto esperado. O ecossistema JUST enfrentou várias crises recentemente, revelando não apenas os riscos de projetos individuais, mas também as falhas profundas no mecanismo de auditoria do ecossistema como um todo.

Fraude na Supernódoa Tron: como enganar a whitelist?

O caso mais emblemático é o projeto Tron Supernode. Este projeto de fraude DeFi apareceu na whitelist oficial da Fundação JUST, e logo após completarem a fraude, os responsáveis fugiram rapidamente. Segundo informações divulgadas pela comunidade, Tron Supernode primeiro fechou canais de comunicação como Telegram, depois limpou o site oficial e desativou contas relacionadas, impedindo os usuários de retirarem seus fundos.

O valor envolvido nesta fraude é alarmante: o projeto tinha um valor total bloqueado de até 200 mil dólares em TRX. Após a fuga, ainda havia um saldo de 130 mil dólares no contrato, mas devido às limitações do sistema de whitelist, os usuários não puderam retirar seus fundos, que ficaram congelados na blockchain. Ainda mais irônico, após o incidente, por um longo período, informações sobre Tron Supernode ainda podiam ser encontradas na whitelist do JustSwap.

Por que o sistema de whitelist falhou?

A comunidade questiona duramente. Fraudes DeFi não acontecem por acaso; há falhas sistêmicas na auditoria. Inicialmente, a intenção da Fundação JUST ao criar a whitelist era evitar que projetos fraudulentos entrassem no ecossistema. Contudo, o resultado final foi que a whitelist acabou se tornando cúmplice das fraudes, dando oportunidade aos malfeitores.

Em março deste ano, a reportagem do Block Explorer já havia mencionado que outro projeto dentro do ecossistema JUST, chamado Djed, foi acusado de ser uma cópia direta do MakerDAO (MKR) na sua estreia. Posteriormente, esse projeto foi rapidamente renomeado para Just. Lições semelhantes não são poucas, mas não despertaram atenção suficiente dos gestores do ecossistema.

A comunidade aponta que o processo de auditoria da Fundação Just apresenta falhas evidentes, especialmente na análise de contratos inteligentes, que é feita de forma superficial. Se uma análise aprofundada do código fosse realizada, a maioria dos projetos fraudulentos de DeFi poderia ser identificada. Ainda mais, é importante refletir que a equipe por trás da Fundação Just é a mesma do time do explorador de blocos TRON, que possui capacidade técnica suficiente para realizar auditorias de contratos, e essa tarefa não deveria representar dificuldade para eles.

Analisando JUST: riscos sistêmicos de fraudes DeFi

Este caso reflete problemas mais profundos no setor de DeFi. Quando os gestores do ecossistema não realizam uma auditoria rigorosa dos projetos, ou quando o processo de auditoria possui pontos cegos, as fraudes DeFi encontram oportunidade de se aproveitar. O sistema de whitelist deveria proteger os usuários, mas, na ausência de uma fiscalização adequada, acaba se tornando uma máscara para fraudes.

Embora o Tron Supernode ainda não tenha transferido fundos em grande escala, seu registro como “projeto suspeito” no DAppRadar deveria servir de alerta. Isso indica que, se diferentes dados do ecossistema fossem melhor cruzados, muitas fraudes DeFi poderiam ser interceptadas precocemente.

Até o momento da reportagem, nem TRON nem a Fundação Just fizeram comentários públicos, o que aumenta a desconfiança da comunidade sobre a gestão da segurança do ecossistema. Para erradicar as fraudes DeFi, é necessário um esforço conjunto, incluindo autorregulação dos projetos, auditorias rigorosas por parte das instituições de gestão e monitoramento contínuo pela comunidade.

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