A falta de concentração não é uma doença genética, mas uma compensação de sobrevivência. Quando fica ansioso, quer distrair-se, não porque tenha fraca força de vontade. É porque no seu subconsciente determinou que "a sensação presente" é perigosa. Quando uma criança não consegue escapar de um ambiente doloroso, opta por escapar da cena psicológica. Não está à procura de felicidade, está a tomar um analgésico chamado "distração". O melhor remédio para tratar a distração não é a força de vontade, mas aquele sentimento de segurança há muito perdido.

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