Então, a Nutrien acabou de lançar o seu programa de recompra de ações no mês passado e, honestamente, é um movimento interessante no setor de fertilizantes neste momento. Estão recomprando até 24 milhões de ações, o que é bastante substancial, e estão a enquadrar isso como uma devolução de capital aos acionistas enquanto a ação permanece onde está. A empresa aposta na perspetiva para 2026 - estão a projetar um EBITDA ajustado no retalho entre 1,75 e 1,95 mil milhões de dólares, com crescimento nos produtos proprietários e margens melhores. O que me chamou a atenção foi a confiança da Nutrien na procura por potassa e nitrogênio, especialmente com a Índia e o Brasil a manterem-se fortes como importadores. As previsões de volume de vendas parecem sólidas - potassa entre 14,1 e 14,8 milhões de toneladas, nitrogênio entre 9,2 e 9,7 milhões de toneladas. Todo o setor de fertilizantes parece estar a aguentar-se bem, com a Mosaic e a CF Industries também a sinalizar uma procura decente pela frente. A Intrepid Potash até registou um aumento de 15% nos volumes de potassa no último trimestre. Parece que os investidores em commodities estão a receber alguns catalisadores reais aqui, em vez de apenas esperar por recuperações. Tenho curiosidade se esta recompra de ações indica que a gestão acha que a Nutrien está subvalorizada ou se é apenas uma alocação de capital padrão.

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