Estreito de Hormuz reabre "condicionalmente"! Irã impõe três restrições rigorosas: designar via exclusiva, cobrar pedágio obrigatório, supervisionado pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC)

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A crise do pulso energético global ainda não foi resolvida! Apesar do mercado estar otimista e esperar que o Estreito de Hormuz seja totalmente reaberto, de acordo com a última divulgação da mídia iraniana WANA, a abertura do estreito vem acompanhada de três condições extremamente rigorosas. O Irã não só exige que os navios comerciais naveguem por uma rota controlada na Ilha de Larak, impondo uma taxa de “segurança (pedágio)”, como também exige que sejam submetidos à supervisão completa da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). Fontes informadas alertam que, se as promessas de cessar-fogo na Líbano e outros lugares forem quebradas, o estreito poderá ser fechado novamente a qualquer momento.
(Resumindo: Trump continua a divulgar boas notícias: o Irã está removendo minas marítimas e ordena firmemente que “Israel não bombardeie o Líbano”)
(Complemento de contexto: Condições importantes para as negociações entre EUA e Irã: os EUA planejam desbloquear 20 bilhões de dólares em fundos, em troca do Irã entregar urânio enriquecido de nível nuclear)

O mercado de energia global talvez esteja celebrando cedo demais a diminuição da tensão na região do Oriente Médio. Sobre a recente e altamente discutida “reabertura do Estreito de Hormuz”, a versão oficial iraniana apresentou uma postura completamente diferente e mais dura.

De acordo com a agência de notícias iraniana WANA, em 18 de maio, uma fonte confidencial revelou que a reabertura do Estreito de Hormuz é “limitada e condicional”. Essa pessoa enfatizou que a medida foi tomada em circunstâncias especiais, após total coordenação com as forças armadas iranianas, e que “não se trata de uma reabertura rotineira”.

Navegação com três condições rigorosas: pagamento de taxas e supervisão militar

A reportagem aponta que, somente se a condição de cessar-fogo for mantida, os navios poderão passar pelo estreito, sob restrições extremamente severas. O Irã estabeleceu três condições principais para a passagem de navios comerciais:

  • Rota exclusiva designada: Os navios devem seguir a rota designada pelo Irã, entrando pelo norte na Ilha de Larak e saindo pelo sul. Essa disposição efetivamente coloca toda a rota de trânsito sob controle iraniano.
  • Proibição de países inimigos e cobrança obrigatória: O direito de passagem é estritamente limitado a “navios comerciais”, sendo a decisão sobre o que constitui um navio comercial de responsabilidade do Irã. Qualquer navio ou carga relacionada a países hostis (como os EUA ou Israel) será recusada. Além disso, os navios autorizados a passar devem pagar uma “taxa de segurança”, equivalente a uma cobrança de pedágio disfarçada.
  • Supervisão total da IRGC: Toda passagem deve ser coordenada com as autoridades marítimas iranianas, especialmente a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). Os movimentos de todos os navios serão monitorados sob supervisão direta do Irã.

Ligando à situação na Líbano, advertência de possível “reabertura” novamente bloqueada

Essa rígida orientação de passagem quebra a ilusão de que o petróleo mundial estaria “totalmente desbloqueado sem condições”.

Outra fonte familiarizada com os acontecimentos revelou à WANA que essa decisão faz parte de um acordo de cessar-fogo temporário na região. Inicialmente, apenas um número limitado de navios poderia passar por dia; mas, devido ao não cumprimento de alguns compromissos (especialmente relacionados ao Líbano), o processo de reabertura foi temporariamente suspenso.

A fonte advertiu severamente que a continuidade da reabertura do estreito depende totalmente do cumprimento dessas condições. Qualquer violação do acordo de cessar-fogo ou a continuação do bloqueio marítimo por parte do Irã será considerada uma violação, e o Irã alertou que isso “poderá levar ao fechamento total do Estreito de Hormuz novamente”.

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