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Acabou de acontecer algo bastante importante na Argentina que provavelmente muitos não percebem bem. Milei reuniu-se ontem com os CEOs da Vicuña Corp para fechar o que se perfilha como o maior investimento estrangeiro direto que o país recebeu nos últimos anos. Estamos a falar de USD 7000 milhões apenas para o desembolso inicial de um projeto mineiro binacional entre Argentina e Chile.
O interessante aqui é que isto não surge do nada. A empresa, que é uma joint venture entre a australiana BHP (que opera La Escondida, o maior depósito de cobre do mundo) e a Lundin Mining do Canadá, apresentou recentemente a sua avaliação económica preliminar. Isso permitiu-lhes posicionar-se para uma decisão de aprovação até ao final do ano, e se tudo correr bem, a produção começaria em 2030.
Mas aqui vem o ponto-chave: as autoridades de Vicuña enfatizaram que sem o RIGI — esse regime de incentivos que impulsionou o Governo — um investimento estrangeiro direto de tal magnitude simplesmente não teria sido viável na Argentina. Isso é bastante revelador sobre como está o contexto regulatório.
Em números arredondados, estima-se USD 18000 milhões para os primeiros 10 anos de desenvolvimento. O projeto está estruturado em três fases e vai produzir anualmente uma média de 395.000 toneladas de cobre, 711.000 onças de ouro e 22,2 milhões de onças de prata. Tudo isso em San Juan, entre os Andes.
O que me chama a atenção é que já estão movimentando terra. Têm dois acampamentos com capacidade para mais de 1000 pessoas, geram 390 postos diretos e 1200 indiretos. Para 2026, vão avançar na engenharia de detalhes e já adjudicaram os primeiros 50 quilômetros de um caminho de 220 quilômetros que vão construir integralmente dentro de San Juan.
Contexto: a Argentina deixou de produzir cobre em 2018, quando fecharam a La Alumbrera. Enquanto isso, o Chile exportou USD 55.188 milhões em cobre no ano passado e o Peru USD 27.223 milhões. Assim, este investimento estrangeiro direto não é um detalhe menor para a economia argentina. Alguns analistas dizem que, em termos de receitas, seria como somar um novo complexo agrícola completo.
Esta é uma daquelas notícias que mostram como as políticas de estabilidade e previsibilidade podem atrair capital sério. Resta saber se tudo se concretizará como planeado, mas por agora é o tipo de movimento que a região precisava.