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Acabei de analisar o cenário de estagflação que todos estão preocupados, e honestamente, está a levar mais pessoas a optarem por ETFs de ativos reais como proteção. Faz sentido quando pensas nisso—se a inflação permanecer persistente e o crescimento desacelerar, precisas de algo tangível para te segurar.
A questão é que ativos físicos fora do sistema bancário tradicional parecem estar a atuar como um verdadeiro seguro neste momento. Metais preciosos, imóveis, infraestrutura—estes não são sexy, mas são sólidos. Uma perspetiva que encontrei acertou em cheio: ativos tangíveis formam a base de qualquer estratégia para proteger contra riscos de moeda fiduciária. Essa é a tese central que impulsiona grande parte desta rotação.
Se não sabes por onde começar com ETFs de ativos reais, há uma estratégia agregada que vale a pena considerar. Podes obter exposição a múltiplas classes de ativos através de uma única posição, o que mantém a volatilidade sob controlo, já que estás a investir em fundos que acompanham ativos reais, em vez de possuir os ativos físicos diretamente. Essa diversificação é bastante apelativa para a maioria dos investidores.
Mas se quiseres ser mais específico, também há opções focadas em setores. Exposição específica ao setor imobiliário é uma delas—fatores de qualidade, valor e momentum são importantes aqui. Depois há infraestrutura, que tem recebido nova atenção nos últimos anos, à medida que os governos aumentam os investimentos. E se a energia te atrai, há o setor de recursos naturais upstream, que te dá exposição a empresas de mercados desenvolvidos e emergentes globais nesse espaço.
O ponto mais amplo: ETFs de ativos reais estão a tornar-se menos um 'bom de ter' e mais um 'provavelmente necessário' numa carteira. Seja de forma ampla ou setorial, depende realmente da tua convicção e tolerância ao risco. Vale a pena explorar se ainda não o fizeste.