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Acabei de reparar algo interessante na carta ao acionista do novo CEO que vale a pena aprofundar. Greg Abel assumiu a Berkshire Hathaway e deixou claro exatamente quais ações vê como participações principais a longo prazo — Apple, American Express, Coca-Cola e Moody's. Supostamente, estas quatro vão continuar a crescer durante décadas com atividade de negociação mínima.
Mas é aqui que a coisa fica curiosa. O novo CEO deixou deliberadamente duas grandes posições fora dessa lista, e ambas estão, ao mesmo tempo, entre as atuais cinco maiores participações da Berkshire. Isso é um sinal bem forte, se formos pensar nisso.
A primeira é a Bank of America, situada em cerca de 8,1% da carteira. Buffett teve uma longa relação de romance com a banca, especialmente depois de ter despejado $5 billion na BAC em 2011 com aqueles warrants. Foi uma jogada sólida. Mas algo mudou. Nos últimos anos, a Berkshire reduziu a posição para metade. O setor bancário tem ficado ligeiramente aquém desde a crise financeira, e, com todo esse dinheiro em caixa que a Berkshire está a acumular, parece que estão a preparar-se para tempos mais difíceis pela frente. A ação está a ser negociada a aproximadamente 175% do valor contabilístico tangível — no extremo mais caro do intervalo histórico.
Depois, há a Chevron, a 6,5% da carteira. Esta, confesso, surpreendeu-me mais. O novo CEO realmente liderou a Berkshire Hathaway Energy, por isso você pensaria que petróleo e gás seriam uma escolha natural. A Berkshire reforçou recentemente as posições no setor energético, especialmente após vender parte da Chevron back in 2022. Mas, na verdade, aumentaram a participação desde meados de 2023, o que é confuso se não for uma posição central.
A Chevron está a fazer coisas sólidas, no entanto — balanço forte, aquela aquisição da Hess a dar-lhes ativos upstream de primeira linha, dívida líquida vs. fluxo de caixa líquido num patamar saudável de 1x, $12 billion em recompras em 2025, e um rendimento de dividendos de quase 3,8%. Além disso, é argumentavelmente a melhor aposta no setor petrolífero para qualquer potencial valorização no âmbito do lado da Venezuela. A empresa está a aumentar significativamente a produção este ano.
Então, o que é que isto significa? A Bank of America parece estar mesmo na “lista de abate”, com base no quanto já reduziram. A Chevron é mais difícil de interpretar — talvez Abel não a tenha mencionado porque energia já é uma parte conhecida da estratégia deles, ou talvez esteja a ser reavaliada. De qualquer forma, o facto de um novo CEO ter chamado especificamente as suas participações principais e ter deixado estas duas de fora é, definitivamente, algo a que vale a pena estar atento. Pode ser um indício de que se aproxima alguma rotação de carteira.