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Fitch Aumenta as suas expectativas de preços de commodities, analistas destacam oportunidades em ouro e cobre
A agência de classificação internacional, Fitch Ratings, aumentou as expectativas de preços de metais e commodities minerais para 2026. Esta revisão é considerada refletir mudanças fundamentais no mercado, e não apenas especulação de curto prazo.
O presidente do Conselho da HFX International Berjangka, Sutopo Widodo, avalia que a medida da agência de classificação faz sentido diante da combinação forte entre o aumento da procura global e os riscos de interrupções na oferta.
Segundo ele, do lado da procura, a tendência de eletrificação global é o principal impulsionador de várias commodities metálicas, como cobre e alumínio.
Enquanto isso, a transição energética também reforça as perspectivas do níquel, especialmente para necessidades de baterias de veículos elétricos.
Por outro lado, fatores geopolíticos e políticas também estão restringindo o fornecimento. A incerteza na região do Oriente Médio, as políticas de exportação da Indonésia e a redução na produção na China são fatores que limitam a oferta no mercado global.
“Diante deste cenário, a revisão para cima não é apenas especulação, mas um reflexo das tendências de demanda e dos riscos de oferta,” afirmou Sutopo ao Kontan, quarta-feira (1/4/2026).
Vários commodities tiveram revisões de preços pela Fitch Ratings, de forma bastante significativa. Por exemplo, o preço do cobre é projetado para subir de cerca de US$ 9.500 para US$ 11.500 por tonelada métrica. O alumínio aumentou de US$ 2.550 para US$ 2.900 por tonelada métrica.
Enquanto isso, o ouro é projetado para subir de US$ 3.400 para US$ 4.500 por onça troy, acompanhando o aumento na procura por ativos de refúgio seguro.
Já o carvão térmico deve subir de US$ 95 para US$ 110 por tonelada devido a interrupções na oferta, enquanto o níquel aumentou de US$ 15.000 para US$ 16.000 por tonelada métrica.
Sutopo observa que as perspectivas de várias commodities ainda permanecem bastante sólidas. Ouro e cobre podem continuar fortes, impulsionados pela combinação de fatores geopolíticos e a tendência de eletrificação global.
Por outro lado, o carvão tende a ser mais volátil, dependendo da dinâmica das políticas energéticas na região da Ásia.
Diante deste cenário, ele recomenda que os investidores fiquem atentos a algumas commodities principais, como ouro e prata, considerados instrumentos de proteção em meio à incerteza global e às direções das políticas monetárias.
Por outro lado, o cobre e o níquel também merecem atenção, pois são apoiados pela tendência de longo prazo de eletrificação e pelo desenvolvimento da indústria de downstream, especialmente na Indonésia.
Para estratégias de investimento, Sutopo enfatiza a importância da diversificação de portfólio. Os investidores devem evitar concentrar-se apenas em uma commodity, preferindo combinar ativos de refúgio seguro, como ouro, com commodities baseadas em crescimento, como cobre e níquel.
Além disso, a seleção de ações relacionadas a commodities também deve considerar os fundamentos das empresas, especialmente aquelas com forte integração downstream, como ANTM e MDKA, bem como setores de energia, como PTBA e ADRO.
Ele também recomenda o uso de abordagens técnicas e de momentum, entrando em níveis de suporte e saindo em níveis de resistência, sempre acompanhando o sentimento global.
“Para o médio e longo prazo, commodities baseadas na eletrificação, como cobre e níquel, são mais adequadas para estratégias de manutenção. Já o carvão é mais indicado para negociações de curto prazo,” concluiu.