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O crude Brent sobe acima de $106 na abertura
Enquanto a volatilidade continua nos mercados energéticos globais, os preços do crude Brent começaram a nova semana com uma forte subida, ultrapassando $106 por barril e voltando a ser o foco dos investidores.
A razão principal desta subida nos mercados é atribuída ao aumento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e, em particular, aos crescentes riscos para o fornecimento de energia. Os ataques dos EUA a alvos perto da Ilha de Kharg, um importante centro de exportação de petróleo iraniano, e as tensões militares contínuas na região aumentaram as preocupações sobre possíveis perturbações no fornecimento de petróleo.
Os analistas afirmam que os problemas de segurança no Estreito de Ormuz, por onde passam aproximadamente 20% dos carregamentos petrolíferos globais, são um dos maiores fatores de risco no mercado. As perturbações ao tráfego de navios-tanque no estreito dificultam o acesso a uma parte significativa do fornecimento mundial de petróleo ao mercado, exercendo pressão ascendente nos preços.
Nas últimas semanas, os preços do petróleo sofreram flutuações acentuadas, com o crude Brent a aproximar-se de $120 em algumas transações antes de recuar para o nível de $100 . No entanto, as tensões contínuas na região e as preocupações persistentes com o fornecimento causaram uma retoma da tendência ascendente dos preços.
De acordo com especialistas, é possível que os preços do petróleo se mantenham em níveis elevados no curto prazo, à medida que a incerteza persiste nos mercados energéticos. Em particular, o agravamento dos conflitos no Médio Oriente ou novos ataques à infraestrutura energética poderiam levar a novas disparadas de preços no mercado petrolífero.
Reservas comprovadas (final de 2025)
Venezuela: 303 mil milhões de barris (1º)
Arábia Saudita: 267 mil milhões de barris (2º)
Irão: 208 mil milhões de barris (3º)
Canadá, Iraque, EAU e Kuwait também têm reservas muito elevadas.
Produção diária (média de 2025, aproximadamente):
EUA: 20-22 milhões de barris/dia (líder)
Arábia Saudita: 10-11 milhões
Rússia: 10 milhões
Irão: 4-5 milhões (apesar das sanções, varia entre 3,9-5,1 milhões em 2025)
Total do Golfo (Arábia Saudita + EAU + Kuwait + Iraque): cerca de 25-30 milhões
América Latina: Brasil ~3,7-4 milhões, Venezuela, apesar das suas reservas, apenas 0,7-1 milhão (devido a infraestruturas + sanções).
🧐Os países do Golfo e alguns países da América Latina têm capacidades muito maiores. O Irão sozinho representa 4-5% da produção mundial.
Então porque existe este sentimento de que "se o petróleo iraniano se esgotar, o mundo acabará"? 🤔
A verdadeira razão é que o Estreito de Ormuz é o estrangulamento mais crítico do mundo.
20-25% do comércio mundial de petróleo (aproximadamente 20-21 milhões de barris/dia) passa pelo Estreito de Ormuz. Este estreito:
Fica na costa sul do Irão.
Transporta quase todas as exportações de petróleo da Arábia Saudita, EAU, Kuwait, Iraque e Qatar.
Não é apenas o próprio petróleo do Irão; a rota para todos os grandes produtores do Golfo passa por aqui.
Se o Irão disser "vou fechar o estreito" ou coloca minas/ataca navios (o que está atualmente a fazer), não apenas os 4-5 milhões de barris do Irão, mas também os 20+ milhões de barris do Golfo correm risco. Não existem rotas alternativas, ou são muito inadequadas (nem o gasoduto Leste-Oeste da Arábia Saudita cobre 20%). O Estreito de Ormuz não é apenas para "petróleo iraniano"; é a porta de entrada para 20% de todo o petróleo e GNL do Golfo. O Irão tem o poder de atuar como uma "válvula energética mundial". É precisamente por isso que existe pânico.
Na sequência de operações EUA-Israelitas que têm decorrido desde fevereiro de 2026, o Irão anunciou que "fecharia" o Estreito de Ormuz em 4 de março de 2026, e está a atacar navios. Os preços do petróleo disparam.
O mercado não está a dizer "o próprio petróleo do Irão vai esgotar-se"; está a reagir com "todo o petróleo do Golfo será bloqueado". Os países do Golfo (Arábia Saudita, EAU, etc.) são estáveis porque são aliados; o Irão, por outro lado, está no lado do conflito. América Latina (Venezuela, Brasil) é independente deste estreito, pelo que o aumento de preço os afeta, mas não cria um "bloqueio de recursos".
O Irão já está sob sanções EUA/UE há anos, vendendo o seu petróleo à China com desconto (através de uma frota fantasma) (~1,5 milhões de barris/dia). A perda súbita não pode ser compensada a curto prazo. O programa nuclear do Irão, forças proxy como o Hezbollah e os Houthis, e as tensões com Israel são todos fatores contribuintes. Os estados do Golfo estão próximos do Ocidente; o Irão é categorizado como um "inimigo". O mercado está a aplicar este prémio de risco.
O mercado de futuros de petróleo está inflacionado pelo medo. A mesma coisa aconteceu na história (ataques a navios em 2019, tensões em 2022). "Que tipo de manobra está a acontecer nos bastidores?"
Na verdade, não é uma "manipulação" clássica (conspiração), mas sim a geopolítica energética e interesses de segurança:
Os EUA e os seus aliados (incluindo Israel) não querem que o Irão estabeleça hegemonia no Golfo. Controlar o Estreito de Ormuz significa influenciar os preços mundiais de petróleo. Os estados do Golfo (Arábia Saudita, EAU) estão a fazer acordos militares com os EUA e estão integrados no sistema do dólar de petróleo. O Irão, por outro lado, tem uma postura independente/anti-Ocidental. A Venezuela na América Latina também está sob sanções, mas a sua geografia é distante, e não há risco para o Estreito. A localização e o risco são mais determinantes do que a quantidade. O Irão sozinho não é grande, mas "tem a chave". No conflito atual, o encerramento do Estreito de Ormuz afeta todos os países do Golfo.