PANews 26 de fevereiro — O responsável pela negociação do QCP Group, Ivan Lee, afirmou que a compra maciça de ouro pela Tether é uma decisão estratégica de reserva de tesouraria, e não uma ironia à narrativa do “ouro digital”. O ouro, como o ativo de reserva não soberano mais amplamente aceito globalmente, pode complementar o Bitcoin: reduzindo a correlação com o ciclo de liquidez das criptomoedas e oferecendo proteção contra choques regulatórios ou desalavancagens súbitas, que são riscos específicos do setor. Ivan destacou que a Tether acumulou cerca de 130 toneladas de ouro, sendo que as compras no quarto trimestre do ano passado representaram 10% da demanda de compra de ouro dos bancos centrais no mesmo período. O Bitcoin atua como um ativo de alto risco durante períodos de aperto monetário, apresentando uma alta beta, enquanto na fase de expansão monetária exibe atributos de reserva de valor semelhante ao do ouro. Os investidores podem equilibrar ambos: usar o ouro para proteger contra crises de curto prazo e pressões de liquidez, e o Bitcoin para se proteger contra riscos de política de longo prazo e de depreciação monetária, devendo ajustar a escala de alocação e gerenciamento de risco de acordo com suas características de retração.
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