Gate: A chegada do evento em Hong Kong é animada, mas também um sinal de direção
A Gate está a realizar um evento presencial em Hong Kong, e a primeira reação de muitas pessoas é “mais uma reunião do setor”, mas se elevarmos um pouco a perspetiva, perceberemos que isso é mais uma espécie de teste de direção. Nos últimos dois anos, Hong Kong tem agido frequentemente no setor Web3, desde declarações políticas até ao sistema de licenças, tudo a transmitir sinais ao mundo: aqui querem estabelecer-se como um centro de criptomoedas em conformidade. Nesse momento, as trocas aumentam a sua presença em Hong Kong, essencialmente para estar próximas do cruzamento entre políticas e capitais. Para a Gate, os eventos presenciais não são apenas uma oportunidade de aumentar a visibilidade da marca, mas também um espaço de conexão de recursos. Os projetos procuram tráfego, as instituições procuram oportunidades, as plataformas procuram parcerias — todos a buscar o que precisam. A indústria de criptomoedas já deixou de ser apenas um círculo de tecnólogos e passou a ser um círculo de recursos financeiros; quem consegue conectar mais recursos reais, tem maior poder de influência. Claro que, estar animado não equivale a boas oportunidades de mercado, e um evento não garante lucros. O que realmente importa é se por trás do evento há cooperação ecológica, entrada de fundos e crescimento de utilizadores. Se for apenas tirar fotos e marcar presença, é uma questão de relações públicas; se promover parcerias, aí sim, é uma estratégia de posicionamento. Resumindo em uma frase: ao assistir a um evento, não olhe apenas para as luzes do palco, mas também para quem elas iluminam — o bolso e o futuro dessas pessoas.
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Gate: A chegada do evento em Hong Kong é animada, mas também um sinal de direção
A Gate está a realizar um evento presencial em Hong Kong, e a primeira reação de muitas pessoas é “mais uma reunião do setor”, mas se elevarmos um pouco a perspetiva, perceberemos que isso é mais uma espécie de teste de direção. Nos últimos dois anos, Hong Kong tem agido frequentemente no setor Web3, desde declarações políticas até ao sistema de licenças, tudo a transmitir sinais ao mundo: aqui querem estabelecer-se como um centro de criptomoedas em conformidade. Nesse momento, as trocas aumentam a sua presença em Hong Kong, essencialmente para estar próximas do cruzamento entre políticas e capitais.
Para a Gate, os eventos presenciais não são apenas uma oportunidade de aumentar a visibilidade da marca, mas também um espaço de conexão de recursos. Os projetos procuram tráfego, as instituições procuram oportunidades, as plataformas procuram parcerias — todos a buscar o que precisam. A indústria de criptomoedas já deixou de ser apenas um círculo de tecnólogos e passou a ser um círculo de recursos financeiros; quem consegue conectar mais recursos reais, tem maior poder de influência.
Claro que, estar animado não equivale a boas oportunidades de mercado, e um evento não garante lucros. O que realmente importa é se por trás do evento há cooperação ecológica, entrada de fundos e crescimento de utilizadores. Se for apenas tirar fotos e marcar presença, é uma questão de relações públicas; se promover parcerias, aí sim, é uma estratégia de posicionamento.
Resumindo em uma frase: ao assistir a um evento, não olhe apenas para as luzes do palco, mas também para quem elas iluminam — o bolso e o futuro dessas pessoas.