A procuradoria da Coreia do Sul está a investigar um caso criminal onde uma grande quantidade de Bitcoin apreendida desapareceu, com uma avaliação inicial de que pode ter sido devido a um ataque de phishing durante o armazenamento. A Procuradoria Distrital de Gwangju, que já lidou com casos de apreensão de grandes volumes de criptomoedas, recusou-se a divulgar o valor específico dos Bitcoin desaparecidos. A investigação teve origem numa decisão do Supremo Tribunal da Coreia do Sul em 2018, que reconheceu as criptomoedas como ativos intangíveis passíveis de confisco. Em dezembro de 2023, o Supremo Tribunal da Coreia do Sul emitiu uma decisão sobre a confiscação de Bitcoin de exchanges centralizadas, consolidando ainda mais esse quadro legal.
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A procuradoria da Coreia do Sul está a investigar um caso criminal onde uma grande quantidade de Bitcoin apreendida desapareceu, com uma avaliação inicial de que pode ter sido devido a um ataque de phishing durante o armazenamento. A Procuradoria Distrital de Gwangju, que já lidou com casos de apreensão de grandes volumes de criptomoedas, recusou-se a divulgar o valor específico dos Bitcoin desaparecidos. A investigação teve origem numa decisão do Supremo Tribunal da Coreia do Sul em 2018, que reconheceu as criptomoedas como ativos intangíveis passíveis de confisco. Em dezembro de 2023, o Supremo Tribunal da Coreia do Sul emitiu uma decisão sobre a confiscação de Bitcoin de exchanges centralizadas, consolidando ainda mais esse quadro legal.