**A próxima onda de mercado em criptomoedas impulsionada pelo ciclo de dívida? Raoul Pal revela oportunidades de investimento em 2026 na Conferência Solana**
Na conferência Solana Breakpoint, o cofundador e CEO da Real Vision, Raoul Pal, partilhou uma perspetiva bastante perspicaz: as oscilações das criptomoedas não são impulsionadas unicamente pelo ciclo de redução de Bitcoin a cada 4 anos, mas sim por uma força macroeconómica maior — o ciclo de maturidade da dívida.
**Crise global da dívida: por que a desvalorização da moeda é inevitável**
A origem do problema reside na estrutura demográfica. Com a diminuição constante da taxa de participação na força de trabalho global, a população ativa está a diminuir, o que impacta diretamente o crescimento económico. Num contexto de declínio populacional, a proporção de dívida em relação ao PIB dos governos e empresas inevitavelmente aumenta, tornando-se um problema sistémico global.
Raoul Pal aponta que, na história, a única solução clássica para resolver (ou adiar) problemas de dívida elevada é a desvalorização da moeda. Ele acredita que o Federal Reserve terá que reavaliar a sua balança de ativos e passivos e começar a considerar a "monetização" dessas dívidas acumuladas. Prevê-se que, nos próximos 12 meses, seja necessário injetar cerca de 8 trilhões de dólares em liquidez, imprimindo novas notas. Essa quantidade de dinheiro em circulação terá um impacto profundo nos ativos de risco.
**Quebrando o mito de 4 anos: a regra de 5,4 anos por trás do ciclo de criptomoedas**
Muitos investidores já estão pessimistas em relação ao mercado de criptomoedas, acreditando que este ciclo já terminou. Mas Raoul Pal acredita que essa visão ignora um fato crucial: o ciclo das criptomoedas não é impulsionado pela tecnologia do Bitcoin em si, mas sim pelo ciclo de dívida na macroeconomia.
Ele apresenta uma visão revolucionária — o mercado de criptomoedas é, na verdade, impulsionado por um ciclo de 5,4 anos, e não pelo ciclo tradicional de 4 anos. Dentro desse ciclo maior de 5,4 anos, o mercado já passou pela fase de fundo e entrou na fase de alta. Segundo essa regra, o pico do mercado deve ocorrer no final de 2026, e não em 2025, como muitos esperam.
**Onde estão as oportunidades nas altcoins: sinais de fundo no ciclo económico**
Raoul Pal enfatiza que o desempenho das altcoins em relação ao Bitcoin é dominado pelo ciclo económico. Observando os dados atuais, parece que o ciclo de negócios está a atingir o fundo, e não o pico. Isso sugere que, em relação às taxas de câmbio entre altcoins e Bitcoin, ainda há espaço para mais altas.
A conclusão principal dele é: compreender as criptomoedas exige uma abordagem macroeconómica. Num contexto de bancos centrais a libertar liquidez e a acelerar a monetização da dívida, os ativos digitais deixaram de ser uma inovação tecnológica de nicho e tornaram-se uma alocação essencial para proteger contra a inflação e participar do ciclo de liquidez global. Este não é apenas um ciclo de criptomoedas, mas um ciclo de investimento determinado pela macroeconomia.
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**A próxima onda de mercado em criptomoedas impulsionada pelo ciclo de dívida? Raoul Pal revela oportunidades de investimento em 2026 na Conferência Solana**
Na conferência Solana Breakpoint, o cofundador e CEO da Real Vision, Raoul Pal, partilhou uma perspetiva bastante perspicaz: as oscilações das criptomoedas não são impulsionadas unicamente pelo ciclo de redução de Bitcoin a cada 4 anos, mas sim por uma força macroeconómica maior — o ciclo de maturidade da dívida.
**Crise global da dívida: por que a desvalorização da moeda é inevitável**
A origem do problema reside na estrutura demográfica. Com a diminuição constante da taxa de participação na força de trabalho global, a população ativa está a diminuir, o que impacta diretamente o crescimento económico. Num contexto de declínio populacional, a proporção de dívida em relação ao PIB dos governos e empresas inevitavelmente aumenta, tornando-se um problema sistémico global.
Raoul Pal aponta que, na história, a única solução clássica para resolver (ou adiar) problemas de dívida elevada é a desvalorização da moeda. Ele acredita que o Federal Reserve terá que reavaliar a sua balança de ativos e passivos e começar a considerar a "monetização" dessas dívidas acumuladas. Prevê-se que, nos próximos 12 meses, seja necessário injetar cerca de 8 trilhões de dólares em liquidez, imprimindo novas notas. Essa quantidade de dinheiro em circulação terá um impacto profundo nos ativos de risco.
**Quebrando o mito de 4 anos: a regra de 5,4 anos por trás do ciclo de criptomoedas**
Muitos investidores já estão pessimistas em relação ao mercado de criptomoedas, acreditando que este ciclo já terminou. Mas Raoul Pal acredita que essa visão ignora um fato crucial: o ciclo das criptomoedas não é impulsionado pela tecnologia do Bitcoin em si, mas sim pelo ciclo de dívida na macroeconomia.
Ele apresenta uma visão revolucionária — o mercado de criptomoedas é, na verdade, impulsionado por um ciclo de 5,4 anos, e não pelo ciclo tradicional de 4 anos. Dentro desse ciclo maior de 5,4 anos, o mercado já passou pela fase de fundo e entrou na fase de alta. Segundo essa regra, o pico do mercado deve ocorrer no final de 2026, e não em 2025, como muitos esperam.
**Onde estão as oportunidades nas altcoins: sinais de fundo no ciclo económico**
Raoul Pal enfatiza que o desempenho das altcoins em relação ao Bitcoin é dominado pelo ciclo económico. Observando os dados atuais, parece que o ciclo de negócios está a atingir o fundo, e não o pico. Isso sugere que, em relação às taxas de câmbio entre altcoins e Bitcoin, ainda há espaço para mais altas.
A conclusão principal dele é: compreender as criptomoedas exige uma abordagem macroeconómica. Num contexto de bancos centrais a libertar liquidez e a acelerar a monetização da dívida, os ativos digitais deixaram de ser uma inovação tecnológica de nicho e tornaram-se uma alocação essencial para proteger contra a inflação e participar do ciclo de liquidez global. Este não é apenas um ciclo de criptomoedas, mas um ciclo de investimento determinado pela macroeconomia.