Aqui está uma reviravolta interessante nas negociações comerciais globais. O Parlamento Europeu está agora, segundo relatos, condicionando o seu apoio a um grande acordo comercial dos EUA à retirada de Trump da sua retórica de aquisição da Groenlândia. É basicamente uma alavanca em ambas as direções—os responsáveis pela UE usam a aprovação comercial como uma peça de negociação enquanto Trump persegue as suas ambições de expansão territorial. A dinâmica está a acrescentar uma nova complexidade ao que já era um acordo contencioso, enfrentando resistência interna. Vale a pena acompanhar como isto se desenrola, especialmente para o sentimento do mercado em relação ao risco geopolítico e aos fluxos de capital.
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SatoshiSherpa
· 4h atrás
Greenland troca de comércio? Essa jogada é realmente ousada, a mão da União Europeia está imbatível.
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GateUser-40edb63b
· 4h atrás
A questão da Groenlândia foi realmente incrível, agora a UE quer usar acordos comerciais como alavanca, este jogo está ficando cada vez mais complicado.
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MetaverseHobo
· 4h atrás
O sonho do Green Land voltou, desta vez a UE usa o acordo comercial como moeda de troca, será que alguém realmente acredita que Trump vai realmente desistir?
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¯\_(ツ)_/¯
· 4h atrás
O Green Island Meme voltou, esta jogada da UE está um pouco agressiva...
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UnluckyMiner
· 4h atrás
Groenlândia realmente assustou a UE haha, foi direto ao trade card para enfrentar, essa jogada é interessante
Aqui está uma reviravolta interessante nas negociações comerciais globais. O Parlamento Europeu está agora, segundo relatos, condicionando o seu apoio a um grande acordo comercial dos EUA à retirada de Trump da sua retórica de aquisição da Groenlândia. É basicamente uma alavanca em ambas as direções—os responsáveis pela UE usam a aprovação comercial como uma peça de negociação enquanto Trump persegue as suas ambições de expansão territorial. A dinâmica está a acrescentar uma nova complexidade ao que já era um acordo contencioso, enfrentando resistência interna. Vale a pena acompanhar como isto se desenrola, especialmente para o sentimento do mercado em relação ao risco geopolítico e aos fluxos de capital.