A situação intensifica-se em Washington. Lagarde, ao lado de outros governadores dos bancos centrais, reafirma firmemente um princípio fundamental: a independência institucional das autoridades monetárias não se negocia.
As tensões aumentam. A Casa Branca exerce uma pressão crescente sobre o Fed, mas Bruxelas e as outras instituições não cedem. Por quê? Porque um banco central sob influência política é garantia de inflação e mercados financeiros em caos.
Este impasse lembra uma verdade muitas vezes esquecida: as decisões monetárias não devem servir a nenhuma agenda política de curto prazo. A questão vai muito além da política clássica—depende de toda a estabilidade económica global, incluindo a dos mercados digitais.
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A situação intensifica-se em Washington. Lagarde, ao lado de outros governadores dos bancos centrais, reafirma firmemente um princípio fundamental: a independência institucional das autoridades monetárias não se negocia.
As tensões aumentam. A Casa Branca exerce uma pressão crescente sobre o Fed, mas Bruxelas e as outras instituições não cedem. Por quê? Porque um banco central sob influência política é garantia de inflação e mercados financeiros em caos.
Este impasse lembra uma verdade muitas vezes esquecida: as decisões monetárias não devem servir a nenhuma agenda política de curto prazo. A questão vai muito além da política clássica—depende de toda a estabilidade económica global, incluindo a dos mercados digitais.