A Associação Brasileira de Criptomoedas ABcripto recentemente fez uma declaração contundente. O novo presidente afirmou de forma direta que a associação é veementemente contra a cobrança de imposto sobre transações financeiras (IOF) sobre stablecoins pelo governo.
Isso não é apenas palavras. Caso o governo contorne o processo legislativo e imponha impostos sobre stablecoins por meio de decreto executivo, a ABcripto está preparada para enfrentar judicialmente. Como organização que representa os interesses das empresas do setor de criptomoedas, eles afirmam que não ficarão de braços cruzados.
A lógica por trás é clara: a ABcripto acredita que o mecanismo de tributação do IOF não deve ser aplicado às transações de stablecoins. Isso envolve os interesses fundamentais do ecossistema do setor — como as stablecoins são uma parte importante da infraestrutura financeira Web3, custos de transação excessivamente altos podem diminuir diretamente a atividade do mercado.
Do ponto de vista do Brasil, o setor de criptomoedas já é um participante importante na economia. Essa disputa sobre a política tributária reflete, na verdade, uma luta de poder entre os órgãos reguladores tradicionais e as indústrias emergentes. A resposta firme da ABcripto indica que a influência das empresas de criptomoedas na formulação de políticas está crescendo.
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A Associação Brasileira de Criptomoedas ABcripto recentemente fez uma declaração contundente. O novo presidente afirmou de forma direta que a associação é veementemente contra a cobrança de imposto sobre transações financeiras (IOF) sobre stablecoins pelo governo.
Isso não é apenas palavras. Caso o governo contorne o processo legislativo e imponha impostos sobre stablecoins por meio de decreto executivo, a ABcripto está preparada para enfrentar judicialmente. Como organização que representa os interesses das empresas do setor de criptomoedas, eles afirmam que não ficarão de braços cruzados.
A lógica por trás é clara: a ABcripto acredita que o mecanismo de tributação do IOF não deve ser aplicado às transações de stablecoins. Isso envolve os interesses fundamentais do ecossistema do setor — como as stablecoins são uma parte importante da infraestrutura financeira Web3, custos de transação excessivamente altos podem diminuir diretamente a atividade do mercado.
Do ponto de vista do Brasil, o setor de criptomoedas já é um participante importante na economia. Essa disputa sobre a política tributária reflete, na verdade, uma luta de poder entre os órgãos reguladores tradicionais e as indústrias emergentes. A resposta firme da ABcripto indica que a influência das empresas de criptomoedas na formulação de políticas está crescendo.