Os grandes bancos acabaram de receber um toque de atenção. O JPMorgan está a soar o alarme sobre o limite de 10% proposto por Trump para as taxas de juro de cartões de crédito — e não estão a poupar esforços. Segundo o banco, esta medida obrigaria a uma reestruturação massiva em toda a sua divisão de cartões. Mas aqui está o que realmente dói: eles alertam que, na verdade, prejudicará os consumidores comuns ao restringir a disponibilidade de crédito. A mensagem é clara — o JPMorgan está pronto para contestar esta proposta com toda a influência que tiver. É um confronto clássico entre as ambições de política executiva e a resistência de Wall Street, levantando questões sobre como a regulação financeira tradicional pode repercutir nos mercados mais amplos.
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Os grandes bancos acabaram de receber um toque de atenção. O JPMorgan está a soar o alarme sobre o limite de 10% proposto por Trump para as taxas de juro de cartões de crédito — e não estão a poupar esforços. Segundo o banco, esta medida obrigaria a uma reestruturação massiva em toda a sua divisão de cartões. Mas aqui está o que realmente dói: eles alertam que, na verdade, prejudicará os consumidores comuns ao restringir a disponibilidade de crédito. A mensagem é clara — o JPMorgan está pronto para contestar esta proposta com toda a influência que tiver. É um confronto clássico entre as ambições de política executiva e a resistência de Wall Street, levantando questões sobre como a regulação financeira tradicional pode repercutir nos mercados mais amplos.