Já pensou por que é que ativos de trilhões de dólares ainda não fluíram em massa para a blockchain? Não é por falta de tecnologia, mas por um dilema real — o conflito entre privacidade e conformidade.
Imagine um banco de investimento emitindo dívida numa cadeia totalmente pública, com listas de clientes e estratégias de negociação expostas. É como revelar as cartas numa mesa de jogo, qual instituição se atreveria a correr esse risco? É exatamente esse o problema que as blockchains públicas como a Ethereum enfrentam.
Mas há um projeto que pensou numa solução alternativa. Desde o início, fez uma pergunta: será que é possível criar uma infraestrutura exclusiva para o mundo financeiro regulado? Em vez de buscar transações ultra rápidas, busca-se uma confiança extrema.
A solução chama-se "Privacidade Auditável" — soa contraditório, mas na verdade é implementada através de tecnologia de provas de conhecimento zero. O conteúdo das transações é criptografado, mas ao mesmo tempo gera uma prova matemática para os reguladores, demonstrando que cada operação está de acordo com as regras. É possível conciliar ambos os objetivos.
Ainda mais impressionante, ela incorpora regras de conformidade diretamente no padrão do token. Quem pode comprar, quando pode transferir — essas restrições podem ser codificadas e executadas automaticamente pela rede. As instituições economizam custos de auditoria.
A estratégia é clara: não apostar numa blockchain universal, mas focar na construção de infraestrutura financeira de nível institucional. Após a entrada em vigor do MiCA na UE, a demanda por essas ferramentas só tende a crescer. No ecossistema, já há parceiros como bolsas de valores licenciadas na Holanda realizando projetos-piloto, explorando a tokenização de ativos na casa dos milhões de euros.
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Degen4Breakfast
· 6h atrás
A jogada de prova de conhecimento zero é realmente excelente, mas será que esse sistema consegue realmente funcionar na Europa?
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RektButSmiling
· 6h atrás
Esta é a verdadeira direção, a combinação de privacidade + conformidade deve ser bem executada
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MoonBoi42
· 6h atrás
Haha, finalmente alguém que se atreve a dizer abertamente, privacidade e conformidade são realmente obstáculos para a entrada de grandes fundos
Já pensou por que é que ativos de trilhões de dólares ainda não fluíram em massa para a blockchain? Não é por falta de tecnologia, mas por um dilema real — o conflito entre privacidade e conformidade.
Imagine um banco de investimento emitindo dívida numa cadeia totalmente pública, com listas de clientes e estratégias de negociação expostas. É como revelar as cartas numa mesa de jogo, qual instituição se atreveria a correr esse risco? É exatamente esse o problema que as blockchains públicas como a Ethereum enfrentam.
Mas há um projeto que pensou numa solução alternativa. Desde o início, fez uma pergunta: será que é possível criar uma infraestrutura exclusiva para o mundo financeiro regulado? Em vez de buscar transações ultra rápidas, busca-se uma confiança extrema.
A solução chama-se "Privacidade Auditável" — soa contraditório, mas na verdade é implementada através de tecnologia de provas de conhecimento zero. O conteúdo das transações é criptografado, mas ao mesmo tempo gera uma prova matemática para os reguladores, demonstrando que cada operação está de acordo com as regras. É possível conciliar ambos os objetivos.
Ainda mais impressionante, ela incorpora regras de conformidade diretamente no padrão do token. Quem pode comprar, quando pode transferir — essas restrições podem ser codificadas e executadas automaticamente pela rede. As instituições economizam custos de auditoria.
A estratégia é clara: não apostar numa blockchain universal, mas focar na construção de infraestrutura financeira de nível institucional. Após a entrada em vigor do MiCA na UE, a demanda por essas ferramentas só tende a crescer. No ecossistema, já há parceiros como bolsas de valores licenciadas na Holanda realizando projetos-piloto, explorando a tokenização de ativos na casa dos milhões de euros.