Jones Industrial Average subiu 165,21 pontos, ou 0,36%, fechando a 46.669,88 pontos; o índice Nasdaq Composite subiu 0,54% e atingiu 21.996,34 pontos; o índice S&P 500 aumentou 0,44% e está em 6.611,83 pontos. Ao mesmo tempo, o S&P e o Nasdaq encerraram a quarta sessão consecutiva de alta, demonstrando resiliência do mercado em condições de incerteza.



No entanto, a calma no mercado foi quebrada por uma retórica dura por parte da Casa Branca. O presidente dos EUA, Trump, na conferência de imprensa, apresentou um ultimato ao Irã — se as exigências não forem atendidas até às 20h00, horário da costa leste dos EUA, em 7 de abril, os EUA lançarão um ataque destrutivo à infraestrutura civil do Irã. Ele afirmou que já foi elaborado um plano capaz de destruir completamente todas as pontes e usinas de energia no Irã em apenas quatro horas. Essa declaração extrema levou a uma queda acentuada nos três principais índices, e o sentimento do mercado tornou-se mais cauteloso.

Em resposta, o Irã enviou aos EUA, através do Paquistão, uma proposta de 10 pontos, cujas principais exigências são o fim definitivo do conflito, um acordo de passagem segura pelo Estreito de Ormuz, a reconstrução pós-guerra e o levantamento das sanções. O Irã excluiu a possibilidade de um cessar-fogo temporário. Trump avaliou a iniciativa como “significativa, mas insuficiente”. Essa luta pelo controle do Estreito de Ormuz tornou-se uma “espada de Dâmocles” para a economia mundial.

Os riscos geopolíticos refletiram-se diretamente nos mercados de ações. Os preços internacionais do petróleo subiram acentuadamente: o contrato futuro de maio do WTI na Bolsa de Nova York aumentou 0,78% — para 112,41 dólares por barril; o contrato de junho do Brent subiu 0,90% — para 110,05 dólares por barril. O mercado teme que um bloqueio prolongado do estreito prejudique seriamente as cadeias globais de fornecimento de energia. O Wells Fargo Bank Investment Institute alerta que o risco de escalada do conflito nas próximas semanas permanece alto, e o aumento dos preços do petróleo eleva os custos de transporte e fertilizantes, dificultando a situação das economias dependentes de importações de energia. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, também observou que interrupções no fornecimento podem levar à inflação e a taxas de juros mais altas do que o esperado.
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