A disparidade entre gerações na recuperação


A pesquisa revelou que 49% dos casos de perda de acesso ocorreram em carteiras de armazenamento próprio, 36% — em exchanges, e 10% afetaram ambos. Existe também uma grande diferença entre gerações na forma como lidam com essas perdas. Os proprietários da geração X recuperam seus ativos muito mais frequentemente do que os da geração Z, com 44% contra 25%, e têm maior probabilidade de abandonar completamente a criptomoeda após o bloqueio. Por outro lado, a geração Z é a mais ativa na recuperação: 33% estão dispostos a gastar dinheiro em serviços de recuperação, enquanto essa taxa é muito menor entre as gerações mais velhas.
Ao serem questionados sobre o que restauraria a confiança, a maioria dos consumidores destacou a necessidade de opções de recuperação claras e confiáveis, bem como sistemas de proteção mais seguros. À medida que a indústria evolui, a pesquisa da Oobit sugere que o próximo ciclo de crescimento pode depender não tanto de altos retornos, mas de oferecer funções de segurança confiáveis que os clientes de bancos tradicionais consideram óbvias.
Para combater esses riscos, a Oobit recomenda que os proprietários testem os processos de recuperação de carteiras, distribuam ativos por diferentes tipos de carteiras, usem gerenciadores de senhas e garantam cópias físicas de frases-semente e códigos de acesso 2FA.
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