Acabei de saber que Pino da Rural foi falar com Caputo e Milei, e basicamente perguntou se iam reduzir mais as retenções. A resposta foi um "não, por agora não podemos". Dizem que recalcularam muitas despesas com as mudanças na laboral, educação e saúde.



O interessante é que o setor agrícola continua a contribuir com uma quantidade enorme de divisas—mais de 200 mil milhões de dólares em retenções—mas segundo Pino, zero obras importantes. Hospitais, escolas, estradas... nada. Isso faz com que levantem a mão sempre que outro setor recebe benefícios fiscais.

Mas bem, os números de exportação em janeiro foram recorde para um primeiro mês: 10,63 milhões de toneladas, 4152 milhões de dólares. Caputo publicou nas redes destacando que é o melhor janeiro da década. Crescimento de 18% em valor. Pino comenta que os tipos de câmbio mais estáveis permitem planear melhor, e além disso vêm de uma colheita de trigo de quase 27-28 milhões de toneladas, um recorde absoluto.

É estranho para janeiro, mas faz sentido com a estabilidade que há. O setor agrícola está respondendo com mais produção, como diz Pino. Veremos se Caputo e Milei encontram espaço orçamental para mais reduções depois.
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