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#美共和党提出美国挖矿法案 A guerra pelo domínio do poder computacional começou! Os Estados Unidos lançaram a "Lei de Mineração", qual será a estratégia nacional por trás disso?
Enquanto o mundo ainda discute acaloradamente a corrida pelo poder de processamento da inteligência artificial, uma disputa mais secreta, que diz respeito às bases do futuro financeiro, já começou silenciosamente em Washington.
Em 30 de março de 2026, a senadora republicana Cynthia Lummis e Bill Cassidy apresentaram conjuntamente uma proposta importante chamada "Lei de Mineração dos EUA". Isto não é apenas uma legislação sobre mineração de ativos criptográficos, mas uma declaração clara de estratégia nacional — os EUA estão decididos a manter a "máquina de imprimir dinheiro" da era digital firmemente sob seu controle.
O núcleo desta lei foca em dois pontos principais:
Primeiro, estabelecer um sistema de certificação voluntária através do Departamento de Comércio para impulsionar a modernização da indústria de mineração doméstica;
Segundo, exigir que as fazendas de mineração certificadas eliminem gradualmente os equipamentos de mineração produzidos por "empresas estrangeiras concorrentes". Com a ação anterior do presidente Trump de transformar a "Reserva Estratégica de Bitcoin" em uma ordem executiva, a intenção dos EUA fica ainda mais clara: eles não querem apenas acumular ouro digital (BTC), mas também controlar as "máquinas de mineração" e as "minas" que produzem esse ouro.
Por que os EUA estão tão empenhados nisso? Por trás há uma ansiedade estratégica profunda.
Atualmente, a base de poder do mineração de criptomoedas global depende fortemente de chips especializados (ASIC) produzidos por poucas empresas asiáticas. Essa concentração na cadeia de suprimentos, na visão dos formuladores de políticas em Washington, equivale a entregar o controle das infraestruturas financeiras futuras nas mãos de terceiros. Como apontado por veículos afiliados à Xinhua, os EUA estão usando uma política diplomática de "carrot and stick" para dominar recursos minerais essenciais globalmente, com o objetivo de reformular a cadeia de suprimentos e reduzir a dependência externa.
A "Lei de Mineração dos EUA" é uma extensão dessa nova estratégia de recursos minerais essenciais no domínio digital. Ela tenta, por meio de legislação, forçar a realocação para o território nacional dos principais elos da cadeia de valor da computação — fabricação de máquinas de mineração e operações de mineração. Isso não é apenas uma relocalização industrial, mas uma elevação do "poder computacional" ao mesmo nível de recursos estratégicos como petróleo e terras raras.
As cláusulas da lei que tratam da eliminação de equipamentos estrangeiros parecem motivadas por considerações de "segurança nacional", mas na prática representam uma reestruturação da cadeia de suprimentos e uma reorganização industrial liderada pelo Estado. No entanto, esse caminho de "autonomia e controle" está fadado a enfrentar desafios. A fabricação de semicondutores e o desenvolvimento de mineradoras de alta tecnologia são indústrias altamente capitalizadas e tecnicamente complexas, que não podem ser construídas da noite para o dia. Forçar o desacoplamento pode, a curto prazo, elevar os custos das empresas de mineração americanas e enfraquecer sua competitividade global. Isso também reflete uma mentalidade típica na competição tecnológica: desejar aproveitar os benefícios da cadeia de suprimentos globalizada, mas não tolerar a insegurança de depender de outros em áreas críticas.