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A Coinbase, a maior exchange de criptomoedas dos EUA, enviou uma mensagem clara aos gabinetes do Senado esta semana: "Não podemos apoiar o mais recente compromisso sobre rendimentos de stablecoins da Lei CLARITY." De acordo com um relatório exclusivo da Punchbowl News datado de 25 de março de 2026, representantes da Coinbase informaram o Senado numa reunião fechada na segunda-feira que tinham "preocupações significativas" sobre o novo texto de compromisso liderado pelos Senadores Thom Tillis (R-NC) e Angela Alsobrooks (D-MD).
Este desenvolvimento não é apenas uma objeção de uma empresa; cria um novo e crítico impasse no processo da Lei Digital Asset Market CLARITY, que tem estado em andamento com grandes esperanças há meses. O otimismo atingiu o pico na semana passada com a declaração da Senadora Cynthia Lummis de que "99% resolvido, compromisso bipartidário em breve." Agora, a resistência da Coinbase está a pôr em risco o processo de markup da lei no Comité de Banca do Senado.
🕵️O Que É que o Compromisso Propôs, e Por Que É Que a Coinbase Se Opôs?
O texto mais recente preparado pela dupla Tillis-Alsobrooks teve como objetivo apertar os rendimentos de stablecoins para prevenir a "fuga de depósitos," o maior receio dos bancos:
- Proibiu completamente os rendimentos baseados em saldos,
- Tratou todas as recompensas "economicamente equivalentes" como juros bancários,
- Permitiu apenas recompensas limitadas baseadas no uso ativo ou transações.
A Coinbase, no entanto, argumenta que esta linguagem é demasiado vaga e restritiva. A empresa afirma que os rendimentos anuais de aproximadamente 3,5-4% que oferece em stablecoins como USDC (aproximadamente $1,35 mil milhões em receita em 2025) serão severamente reduzidos, os utilizadores serão privados destes incentivos, e a inovação será comprometida. De acordo com a Coinbase, apesar da sua afirmação de "proteger a inovação," a proposta na verdade coloca as plataformas de criptomoedas em desvantagem em comparação com os bancos tradicionais.
Esta é a segunda grande objeção da Coinbase. Em janeiro de 2026, um compromisso similar levou à retirada de apoio e a um adiamento do markup. Agora, a divisão dentro do setor está a aprofundar-se: algumas empresas de criptomoedas estão a dizer "vamos fazer um compromisso para salvar a lei," enquanto a Coinbase e alguns outros grandes players querem "regras claras sem compromisso."
Reação do Mercado e Pressão Temporal
Após a notícia, as ações da Coinbase (COIN) e Circle (CRCL) caíram drasticamente. Os analistas estimam que a probabilidade de a Lei CLARITY passar este ano caiu para 61%. O markup do Comité de Banca do Senado, previsto para o final de abril, está novamente em risco. Com o calendário do congresso a apertar antes das eleições intercalares de 2026, cada atraso reduz as chances de a lei passar.
O aviso da Senadora Lummis de que "não podemos esperar até 2030" mantém-se sobre a mesa. No entanto, o lobby bancário (ICBA, JPMorgan, Bank of America) continua a argumentar que os rendimentos de stablecoins poderiam atrair triliões de dólares em depósitos. A Coinbase, por outro lado, enfatiza que estas recompensas fortalecem o domínio do dólar e a inovação em criptomoedas nos EUA. Ganho Mútuo ou uma Nova Guerra?
Este desenvolvimento mostra que a maior tensão entre cripto e finanças tradicionais continua sem resolver.
- Posição da Coinbase: "As recompensas que beneficiam o utilizador devem ser protegidas; caso contrário, a regulação será pior do que o status quo."
- Posição do banco: "Os stablecoins não devem erodir os nossos depósitos."
- Outros players de cripto: "Que a lei passe, depois corrigiremos através do tribunal ou da regulação."
Visão realista: Sem apoio bipartidário, o obstáculo do filibuster não pode ser superado. A resistência da Coinbase poderia matar a lei ou enfraquecê-la ainda mais. No entanto, uma proibição completa de "recompensas" não passará no Senado.
Em conclusão, a Lei CLARITY ainda está viva, mas o seu pulso é fraco. A objeção da Coinbase está a colocar as negociações novamente na mesa. Os Senadores, a equipa Tillis-Alsobrooks, e o lobby de cripto envolv-se-ão em discussões intensas nos próximos dias. O markup de abril será cancelado ou salvo por um novo compromisso.
O sonho dos EUA de se tornarem a "capital dos ativos digitais do mundo" está a ser testado novamente nesta guerra de rendimentos de stablecoins. A declaração da Coinbase de que "ainda não podemos apoiar" não é apenas a voz de uma empresa; é um aviso crítico que moldará o futuro do setor. Estaremos a observar – porque 2030 é verdadeiramente muito tempo.
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⚡A Senadora do Wyoming Cynthia Lummis, uma das mais influentes defensoras da criptografia no Senado dos EUA, expôs claramente o destino da regulação de criptografia numa declaração datada de 25 de março de 2026: "O consenso bipartidário é essencial para a aprovação da Lei CLARITY. Estamos a trabalhar dia e noite para proteger as recompensas de stablecoin, enquanto prevenimos a fuga de depósitos dos bancos comunitários. O futuro financeiro da América está agora em risco – não podemos esperar por outra oportunidade até 2030."
Esta declaração não é apenas a opinião pessoal de uma senadora; marca um ponto de viragem no processo da Lei CLARITY do Mercado de Ativos Digitais, que está paralisado no Senado há meses. A lei, conhecida como H.R. 3633, visa trazer a tão esperada "claridade" ao mercado de ativos digitais: esclarece se os ativos digitais são títulos ou commodities, define a divisão de autoridade entre a SEC e a CFTC, reforça as proteções do consumidor e visa tornar os EUA o "capital de ativos digitais do mundo", de acordo com a promessa de Trump.
👀 Recompensas de Stablecoin e Preocupações Bancárias
🤔 Onde está o Compromisso?
O maior obstáculo à lei foi o debate sobre "rendimento" em torno de stablecoins. A Lei GENIUS, aprovada no ano passado, proibiu os emissores de stablecoin de pagar juros diretamente. No entanto, as bolsas e plataformas poderiam oferecer aos utilizadores recompensas baseadas em atividades ou baseadas em participações. Os bancos comunitários e o lobby bancário tradicional argumentaram que essas recompensas levariam à fuga de depósitos, ameaçando os empréstimos locais e o financiamento empresarial, especialmente para bancos menores. Os bancos afirmaram que biliões de dólares em depósitos poderiam migrar para stablecoins.
Lummis e Senadores Republicanos fizeram progressos críticos em reuniões fechadas esta semana. O acordo bipartidário, liderado pelos Senadores Thom Tillis (R-NC) e Angela Alsobrooks (D-MD), não proíbe completamente as recompensas de stablecoin; contudo, impede o uso de termos bancários como "rendimento" e "APR", e impede que as recompensas estejam diretamente ligadas ao valor do saldo. Em resumo, as recompensas são preservadas, mas não podem ser comercializadas "como um produto bancário". De acordo com a equipa de Lummis, as negociações estão "99% resolvidas"; os obstáculos restantes são políticos, não técnicos.
Este acordo protege tanto a inovação em criptografia como a estabilidade do sistema bancário. Lummis enfatiza este equilíbrio, afirmando: "Estamos a proteger a inovação, mas também a prevenir a fuga de depósitos."
⚡Eleições de 2026 e Concorrência Global
O aviso de Lummis de que "não podemos esperar até 2030" não é infundado. Com as eleições intercalares de 2026 a aproximarem-se, o calendário do Senado está a apertar. A Comissão Bancária do Senado está programada para finalizar o projeto de lei no final de abril (após a Páscoa). Se o projeto de lei passar no Senado, o processo de reconciliação com a Câmara começará. No entanto, o tempo está a acabar: os períodos de recesso do Congresso, as negociações orçamentais e a atmosfera eleitoral podem abrandar tudo.
Além disso, a concorrência global está a intensificar-se. Singapura, Europa e Emirados Árabes Unidos estão a atrair capital de criptografia com regras claras e retornos atraentes. Os EUA correm o risco de perder a dominância do dólar e a inovação sem regulação clara. Lummis vê a promessa de Trump de "tornar a América a capital de ativos digitais" a materializar-se com a Lei CLARITY: "Com esta lei, alcançaremos isto. Vamos terminar isto de uma vez por todas."
🤔 Este Compromisso é Realmente uma Vitória Mútua?
Críticos (especialmente alguns dentro da comunidade de criptografia) dizem que o compromisso faz demasiadas concessões aos bancos, limita os retornos passivos e prejudica a verdadeira concorrência de DeFi. Alguns reagem dizendo "os bancos estão a matar a inovação." Por outro lado, os que são realistas veem isto: Um projeto de lei puramente "anti-banco" nunca passaria no Senado. Sem apoio bipartidário, o obstáculo do obstrução não pode ser ultrapassado. A abordagem de Lummis é pragmática: avançar com a criptografia não ao combater bancos, mas ao alcançar um equilíbrio inteligente.
Se este projeto de lei passar 🤔
- Regras claras finalmente chegarão ao setor de criptografia; a inovação acelerará e o capital permanecerá nos EUA.
- Os bancos comunitários ganharão segurança de depósitos e o apoio à economia local continuará.
- Os consumidores beneficiarão tanto de stablecoins como estarão protegidos dos riscos bancários.
🕵️Em resumo, o apelo da Senadora Lummis não é apenas por um projeto de lei, mas um apelo urgente pelo futuro financeiro da América. A Lei CLARITY une criptografia e finanças tradicionais, em vez de colocá-las em confronto. A revisão de abril e a votação do Senado no final do ano mostrarão se este compromisso dará fruto.
⚡A liderança dos EUA na era digital já não reside nos corredores do Congresso, mas na solidez deste compromisso crítico. Como disse Lummis: O tempo está a acabar e 2030 está longe.
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