A Rússia apelou aos Estados Unidos e a Israel para que cessem imediatamente a guerra contra o Irão, alertando que a campanha militar está a levar o Médio Oriente para uma escalação perigosa. Moscovo descreveu os ataques como um "acto de agressão não provocado" e instou todas as partes a interromper as hostilidades e regressar a negociações diplomáticas.



De acordo com funcionários russos, Washington e Tel Aviv pareciam acreditar que a pressão militar rápida forçaria o Irão a render-se rapidamente. Contudo, Moscovo argumenta que a situação demonstrou antes como o Irão permanece resiliente face a ataques externos. Os líderes russos afirmam que o conflito contínuo corre o risco de desencadear uma crise regional mais vasta com consequências humanitárias e económicas graves se continuar.

O Kremlin instou, portanto, ambos os países a terminarem a campanha militar e a prosseguirem o diálogo, sublinhando que a diplomacia—não a força—é o único caminho realista para a estabilidade na região. A Rússia também sinalizou a sua disposição em apoiar esforços de mediação destinados a impedir que o conflito se transforme numa guerra mais ampla em todo o Médio Oriente.

A mensagem de Moscovo é clara: a guerra deve parar antes de levar a uma instabilidade mais profunda para toda a região e na economia global.
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