Deep Tide TechFlow notícias, em 1 de março, de acordo com dados da Jin10, a situação tornou-se ainda mais caótica à medida que o Irã lançou mísseis contra bases militares americanas na cidade do Golfo, companhias aéreas suspenderam voos e os cargueiros que transportam petróleo e outros produtos pararam de passar pelo Estreito de Ormuz. O gestor de carteira da equipe de renda fixa da Hanaya Investments, Rong Ren Goh, afirmou que o risco de cauda no Médio Oriente aumentou. O mercado irá repricing, passando de um impacto de choque geopolítico para um impacto de risco de regime e conflito de longo prazo, e não apenas ações de retaliação, a menos que o Irã demonstre disposição para negociar. Analistas acreditam que um risco maior é a complacência do mercado. O mercado tem assumido que o impacto do conflito será limitado e reluta em comparar este conflito com a mudança de regime no Irã em 1979. Analistas do Barclays afirmam que a história mostra claramente que não se deve comprar na alta durante um conflito, mas sim “vender na realização”. Mas o preocupante é que os investidores já estão acostumados com a mentalidade de “vender na realização”, podendo subestimar o risco de uma situação descontrolada. Recomenda-se não comprar imediatamente qualquer queda. Se o mercado de ações recuar significativamente, por exemplo, o S&P 500 cair mais de 10%, pode haver uma oportunidade de compra. Mas ainda não é o momento.
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Analista alerta: Esta crise no Médio Oriente pode ser diferente, não subestime o risco de perda de controlo da situação
Deep Tide TechFlow notícias, em 1 de março, de acordo com dados da Jin10, a situação tornou-se ainda mais caótica à medida que o Irã lançou mísseis contra bases militares americanas na cidade do Golfo, companhias aéreas suspenderam voos e os cargueiros que transportam petróleo e outros produtos pararam de passar pelo Estreito de Ormuz. O gestor de carteira da equipe de renda fixa da Hanaya Investments, Rong Ren Goh, afirmou que o risco de cauda no Médio Oriente aumentou. O mercado irá repricing, passando de um impacto de choque geopolítico para um impacto de risco de regime e conflito de longo prazo, e não apenas ações de retaliação, a menos que o Irã demonstre disposição para negociar. Analistas acreditam que um risco maior é a complacência do mercado. O mercado tem assumido que o impacto do conflito será limitado e reluta em comparar este conflito com a mudança de regime no Irã em 1979. Analistas do Barclays afirmam que a história mostra claramente que não se deve comprar na alta durante um conflito, mas sim “vender na realização”. Mas o preocupante é que os investidores já estão acostumados com a mentalidade de “vender na realização”, podendo subestimar o risco de uma situação descontrolada. Recomenda-se não comprar imediatamente qualquer queda. Se o mercado de ações recuar significativamente, por exemplo, o S&P 500 cair mais de 10%, pode haver uma oportunidade de compra. Mas ainda não é o momento.