A chegada do pagamento BRICS! O mercado de criptomoedas irá experimentar uma bull run 10x?
Acabou de surgir uma grande notícia: os países do BRICS vão lançar o seu próprio sistema de pagamento com moeda digital.
Muita gente ainda está vendo isso como uma notícia internacional, mas os veteranos do mercado de criptomoedas já perceberam o cheiro familiar — este roteiro é exatamente igual ao da explosão do Bitcoin após as sanções da SWIFT à Rússia.
Não se precipite ainda, vamos analisar com calma: o que isso realmente significa para o mercado de criptomoedas?
A lógica central é simples: desdolarização, que é o maior catalisador para as moedas digitais.
No passado, as transações comerciais globais eram monopolizadas pelo sistema SWIFT, uma “estação de cobrança do dólar”. Mas agora, os países do BRICS — representando 40% da população mundial, incluindo China, Rússia, Brasil e outros grandes economias — estão formando um novo sistema, que na essência é uma alternativa ao anterior. Mas surge a questão: após a implementação do novo sistema, com que moeda as transações serão feitas?
E aí surge a oportunidade para o mercado de criptomoedas.
Porque, tanto os países do BRICS quanto as nações menores que foram “presas” pelo dólar, enfrentarão o mesmo problema: não confio na sua moeda fiduciária, e você não confia na minha. Então, em que podemos confiar?
A resposta é: matemática.
Durante a implementação do sistema de pagamento do BRICS, duas categorias de moedas digitais terão uma demanda épica:
Primeiro, as moedas fortes, neutras por natureza. Como o Bitcoin. Quando os países não concordam na moeda de liquidação, um ativo digital sem emissor, sem controle de qualquer país específico, se torna o melhor “mediador de consenso”. É por isso que, toda vez que há turbulência geopolítica, o Bitcoin reage — ele não é um ativo de refúgio, mas um “ativo de proteção soberana”.
Segundo, as stablecoins lastreadas em bens físicos. Como, por exemplo, quando a China compra soja do Brasil ou a Índia compra petróleo da Rússia, e a liquidação é feita por moedas digitais. O mais provável é que essas moedas estejam atreladas ao ouro ou a outras commodities. Porque, na situação atual, o respaldo físico transmite mais confiança do que o respaldo governamental.
Observando os sinais do mercado: uma crise na confiança no dólar faz o Bitcoin subir. Desde o congelamento de ativos russos na guerra Rússia-Ucrânia até a criação de um novo sistema pelo BRICS, a confiança na moeda soberana está migrando. O destino final dessa migração será uma explosão de ativos criptográficos.
Portanto, a conclusão é clara: nos próximos anos, o mercado de criptomoedas viverá uma superbull run.
Isso não é apenas uma narrativa do mercado de criptomoedas, mas uma necessidade gerada pela transformação do comércio global. Quando dezenas de países precisam de uma nova ferramenta de liquidação que não dependa do dólar, o tamanho desse mercado é suficiente para fazer o Bitcoin multiplicar por várias vezes, até mesmo por dez.
Claro que tudo isso não acontecerá de uma só vez, o processo certamente terá volatilidade intensa. Mas a direção já está definida: a hegemonia do dólar está se abrindo, e a luz da criptografia está entrando.
Por fim, uma pergunta: quando o seu dinheiro realmente deixar de se chamar “dólar”, você acha que o mundo ficará melhor ou mais caótico? Deixe sua opinião na seção de comentários.
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A chegada do pagamento BRICS! O mercado de criptomoedas irá experimentar uma bull run 10x?
Acabou de surgir uma grande notícia: os países do BRICS vão lançar o seu próprio sistema de pagamento com moeda digital.
Muita gente ainda está vendo isso como uma notícia internacional, mas os veteranos do mercado de criptomoedas já perceberam o cheiro familiar — este roteiro é exatamente igual ao da explosão do Bitcoin após as sanções da SWIFT à Rússia.
Não se precipite ainda, vamos analisar com calma: o que isso realmente significa para o mercado de criptomoedas?
A lógica central é simples: desdolarização, que é o maior catalisador para as moedas digitais.
No passado, as transações comerciais globais eram monopolizadas pelo sistema SWIFT, uma “estação de cobrança do dólar”. Mas agora, os países do BRICS — representando 40% da população mundial, incluindo China, Rússia, Brasil e outros grandes economias — estão formando um novo sistema, que na essência é uma alternativa ao anterior. Mas surge a questão: após a implementação do novo sistema, com que moeda as transações serão feitas?
E aí surge a oportunidade para o mercado de criptomoedas.
Porque, tanto os países do BRICS quanto as nações menores que foram “presas” pelo dólar, enfrentarão o mesmo problema: não confio na sua moeda fiduciária, e você não confia na minha. Então, em que podemos confiar?
A resposta é: matemática.
Durante a implementação do sistema de pagamento do BRICS, duas categorias de moedas digitais terão uma demanda épica:
Primeiro, as moedas fortes, neutras por natureza. Como o Bitcoin. Quando os países não concordam na moeda de liquidação, um ativo digital sem emissor, sem controle de qualquer país específico, se torna o melhor “mediador de consenso”. É por isso que, toda vez que há turbulência geopolítica, o Bitcoin reage — ele não é um ativo de refúgio, mas um “ativo de proteção soberana”.
Segundo, as stablecoins lastreadas em bens físicos. Como, por exemplo, quando a China compra soja do Brasil ou a Índia compra petróleo da Rússia, e a liquidação é feita por moedas digitais. O mais provável é que essas moedas estejam atreladas ao ouro ou a outras commodities. Porque, na situação atual, o respaldo físico transmite mais confiança do que o respaldo governamental.
Observando os sinais do mercado: uma crise na confiança no dólar faz o Bitcoin subir. Desde o congelamento de ativos russos na guerra Rússia-Ucrânia até a criação de um novo sistema pelo BRICS, a confiança na moeda soberana está migrando. O destino final dessa migração será uma explosão de ativos criptográficos.
Portanto, a conclusão é clara: nos próximos anos, o mercado de criptomoedas viverá uma superbull run.
Isso não é apenas uma narrativa do mercado de criptomoedas, mas uma necessidade gerada pela transformação do comércio global. Quando dezenas de países precisam de uma nova ferramenta de liquidação que não dependa do dólar, o tamanho desse mercado é suficiente para fazer o Bitcoin multiplicar por várias vezes, até mesmo por dez.
Claro que tudo isso não acontecerá de uma só vez, o processo certamente terá volatilidade intensa. Mas a direção já está definida: a hegemonia do dólar está se abrindo, e a luz da criptografia está entrando.
Por fim, uma pergunta: quando o seu dinheiro realmente deixar de se chamar “dólar”, você acha que o mundo ficará melhor ou mais caótico? Deixe sua opinião na seção de comentários.