A resposta à incidente de segurança do Flow seguiu um caminho pouco convencional. Em vez de recorrer aos procedimentos tradicionais de rollback de rede que complicariam a gestão de transações, o Flow abandonou essa abordagem em favor de uma estratégia de recuperação faseada. Conforme relatado pela PANews em 29 de dezembro, a Fundação Flow e os seus parceiros do ecossistema desenharam um plano de remediação revisado que evita o cenário típico de rollback de transações, preservando a integridade da atividade dos utilizadores em toda a rede.
Evitar o Rollback de Transações: Protegendo a Atividade Legítima dos Utilizadores
A decisão de contornar o rollback de transações representa uma mudança significativa na estratégia de resposta a incidentes. Nos modelos tradicionais de recuperação, esses rollbacks muitas vezes requerem reexecuções de transações que podem confundir os históricos de transações e complicar a experiência do utilizador. A abordagem do Flow garante que a atividade legítima dos utilizadores permaneça totalmente intacta, ou seja, os utilizadores não terão de enfrentar a dor de reprocessar transações ou reconciliar estados de contas. Os dados falam por si: mais de 99,9% das contas não sofreram interrupções e irão funcionar normalmente assim que a rede for reiniciada, eliminando a necessidade de procedimentos de rollback de transações que normalmente afetam as recuperações de rede.
Quatro Fases de Restauração da Rede em Etapas
A recuperação desenrola-se em quatro fases distintas, cada uma construindo sobre a anterior. A Fundação Flow colaborou extensivamente com operadores de ponte, plataformas de trading e parceiros de infraestrutura para criar este cronograma.
Fase 1: Ativação do Ambiente Cadence
O ambiente Cadence entra em funcionamento primeiro, enquanto o EVM permanece em modo de leitura. Esta abordagem faseada permite que a camada Cadence se estabilize de forma independente antes de introduzir o componente EVM mais complexo.
Fase 2: Janela de Ajuste Programada
Segue-se um período de espera de aproximadamente 24-48 horas, proporcionando tempo de buffer para monitorização da estabilidade do sistema e coordenação com os parceiros do ecossistema.
Fase 3: Reparação e Reativação do EVM
Assim que o Cadence se mostra estável, o EVM passa por reparações e retorna ao estado operacional completo, restaurando a funcionalidade total da rede.
Fase 4: Retoma das Operações de Ponte
A fase final restabelece as operações de ponte, permitindo a retomada da funcionalidade cross-chain. O cronograma real de recuperação depende da confirmação dos operadores sobre a estabilidade do sistema em condições do mundo real.
Transparência e Parceria no Centro
A estratégia de recuperação faseada reflete o compromisso do Flow em evitar a perturbação causada pelos procedimentos de rollback de transações. Consultando múltiplos stakeholders—operadores de ponte, plataformas de trading e parceiros de infraestrutura—a Fundação garantiu que o plano de recuperação considerasse as dependências em todo o ecossistema. Esta abordagem colaborativa significa que a rede não enfrentará o caos típico de incidentes de rollback de transações, onde os utilizadores enfrentam incerteza sobre o estado das transações e a reconciliação de contas.
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A Rede Flow abandona a reversão de transações e adota estratégia de recuperação faseada
A resposta à incidente de segurança do Flow seguiu um caminho pouco convencional. Em vez de recorrer aos procedimentos tradicionais de rollback de rede que complicariam a gestão de transações, o Flow abandonou essa abordagem em favor de uma estratégia de recuperação faseada. Conforme relatado pela PANews em 29 de dezembro, a Fundação Flow e os seus parceiros do ecossistema desenharam um plano de remediação revisado que evita o cenário típico de rollback de transações, preservando a integridade da atividade dos utilizadores em toda a rede.
Evitar o Rollback de Transações: Protegendo a Atividade Legítima dos Utilizadores
A decisão de contornar o rollback de transações representa uma mudança significativa na estratégia de resposta a incidentes. Nos modelos tradicionais de recuperação, esses rollbacks muitas vezes requerem reexecuções de transações que podem confundir os históricos de transações e complicar a experiência do utilizador. A abordagem do Flow garante que a atividade legítima dos utilizadores permaneça totalmente intacta, ou seja, os utilizadores não terão de enfrentar a dor de reprocessar transações ou reconciliar estados de contas. Os dados falam por si: mais de 99,9% das contas não sofreram interrupções e irão funcionar normalmente assim que a rede for reiniciada, eliminando a necessidade de procedimentos de rollback de transações que normalmente afetam as recuperações de rede.
Quatro Fases de Restauração da Rede em Etapas
A recuperação desenrola-se em quatro fases distintas, cada uma construindo sobre a anterior. A Fundação Flow colaborou extensivamente com operadores de ponte, plataformas de trading e parceiros de infraestrutura para criar este cronograma.
Fase 1: Ativação do Ambiente Cadence
O ambiente Cadence entra em funcionamento primeiro, enquanto o EVM permanece em modo de leitura. Esta abordagem faseada permite que a camada Cadence se estabilize de forma independente antes de introduzir o componente EVM mais complexo.
Fase 2: Janela de Ajuste Programada
Segue-se um período de espera de aproximadamente 24-48 horas, proporcionando tempo de buffer para monitorização da estabilidade do sistema e coordenação com os parceiros do ecossistema.
Fase 3: Reparação e Reativação do EVM
Assim que o Cadence se mostra estável, o EVM passa por reparações e retorna ao estado operacional completo, restaurando a funcionalidade total da rede.
Fase 4: Retoma das Operações de Ponte
A fase final restabelece as operações de ponte, permitindo a retomada da funcionalidade cross-chain. O cronograma real de recuperação depende da confirmação dos operadores sobre a estabilidade do sistema em condições do mundo real.
Transparência e Parceria no Centro
A estratégia de recuperação faseada reflete o compromisso do Flow em evitar a perturbação causada pelos procedimentos de rollback de transações. Consultando múltiplos stakeholders—operadores de ponte, plataformas de trading e parceiros de infraestrutura—a Fundação garantiu que o plano de recuperação considerasse as dependências em todo o ecossistema. Esta abordagem colaborativa significa que a rede não enfrentará o caos típico de incidentes de rollback de transações, onde os utilizadores enfrentam incerteza sobre o estado das transações e a reconciliação de contas.