O Senado dos EUA acaba de aprovar uma legislação que concede às vítimas de pornografia deepfake o direito de recorrer legalmente. Este é um passo importante à medida que a tecnologia de mídia sintética se torna cada vez mais acessível. O projeto de lei estabelece mecanismos de responsabilização para conteúdos íntimos gerados por IA sem consentimento, o que tem implicações diretas na proteção da identidade digital e nas comunidades Web3 que lidam com questões semelhantes relacionadas à verificação de conteúdo autêntico e direitos dos criadores. Vale a pena acompanhar como esse precedente influencia futuras regulamentações sobre mídia gerada por IA e soluções de verificação baseadas em blockchain.
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O Senado dos EUA acaba de aprovar uma legislação que concede às vítimas de pornografia deepfake o direito de recorrer legalmente. Este é um passo importante à medida que a tecnologia de mídia sintética se torna cada vez mais acessível. O projeto de lei estabelece mecanismos de responsabilização para conteúdos íntimos gerados por IA sem consentimento, o que tem implicações diretas na proteção da identidade digital e nas comunidades Web3 que lidam com questões semelhantes relacionadas à verificação de conteúdo autêntico e direitos dos criadores. Vale a pena acompanhar como esse precedente influencia futuras regulamentações sobre mídia gerada por IA e soluções de verificação baseadas em blockchain.