O Brasil apoia o impulso do BRICS para negociar em moedas nacionais, incentivando a redução da dependência do dólar americano, apesar da preferência dos negócios pela sua liquidez e domínio em transações privadas.
BRICS Acelera o Comércio em Moeda Local à Medida que o Brasil Declara Apoio Total à Mudança
O Ministério da Fazenda do Brasil reafirmou sua dedicação em ampliar o uso de moedas nacionais no comércio entre os países do Brics, segundo a secretária Tatiana Rosito. Falando nesta segunda-feira em entrevista ao portal BRICS Brasil 2025, em Buenos Aires, Rosito indicou que o Brasil está preparado para apoiar qualquer iniciativa que reduza a dependência do dólar americano nas transações intrabloco. Ela foi citada pela agência de notícias russa Tass como afirmando:
O comércio em moedas locais já está em andamento, por exemplo, entre o Brasil e a China. Não existem obstáculos disso por parte do Brasil.
A aliança BRICS—que agora inclui Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Etiópia, Indonésia, Irã e os Emirados Árabes Unidos (UAE)—tem avançado em direção a estratégias financeiras que reduzem a dependência externa. Uma dessas iniciativas é a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, que Rosito destacou como uma pedra angular dessa mudança.
"A abertura deste banco reflete a aspiração dos membros do BRICS de participar proativamente na transformação da ordem econômica e financeira," detalhou ela. A expansão do BRICS e sua infraestrutura financeira sublinha uma ambição coletiva de remodelar o ambiente comercial global e diminuir a vulnerabilidade à volatilidade cambial ligada ao dólar americano.
Reconhecendo as limitações atuais, Rosito concedeu que a dominância do dólar persiste, particularmente no setor privado, devido à sua ampla aceitação e liquidez superior. Ela observou que as empresas continuam a mostrar uma forte inclinação para usar o dólar americano, tornando a transição para as moedas locais mais complexa.
“O desejo dos empresários de usar o dólar dos EUA no comércio devido à maior liquidez continua a ser um problema para os países membros do BRICS,” enfatizou Rosito. Apesar disso, ela destacou o objetivo abrangente do grupo:
Portanto, o objetivo dos BRICS é expandir o uso de moedas locais de qualquer maneira que possibilite a redução de custos e que seja do interesse dos membros da associação.
O Brasil assumiu a presidência do BRICS da Rússia em 1º de janeiro de 2025 e sediará a 17ª cimeira do BRICS nos dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro. O bloco tem trabalhado para reduzir a dependência do dólar americano, apoiando pagamentos transfronteiriços em moedas locais. Embora tenham havido conversas sobre uma moeda unificada do BRICS para contrabalançar a dominância do dólar americano, desenvolvimentos recentes indicam que tal projeto não está atualmente na agenda do bloco. O Ministério da Fazenda do Brasil declarou explicitamente anteriormente que não há discussões formais em andamento para criar uma moeda comum entre as nações do BRICS.
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BRICS Expande o Plano de Independência da Moeda enquanto o Brasil Lidera Negócios sem Dólar
O Brasil apoia o impulso do BRICS para negociar em moedas nacionais, incentivando a redução da dependência do dólar americano, apesar da preferência dos negócios pela sua liquidez e domínio em transações privadas.
BRICS Acelera o Comércio em Moeda Local à Medida que o Brasil Declara Apoio Total à Mudança
O Ministério da Fazenda do Brasil reafirmou sua dedicação em ampliar o uso de moedas nacionais no comércio entre os países do Brics, segundo a secretária Tatiana Rosito. Falando nesta segunda-feira em entrevista ao portal BRICS Brasil 2025, em Buenos Aires, Rosito indicou que o Brasil está preparado para apoiar qualquer iniciativa que reduza a dependência do dólar americano nas transações intrabloco. Ela foi citada pela agência de notícias russa Tass como afirmando:
A aliança BRICS—que agora inclui Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Etiópia, Indonésia, Irã e os Emirados Árabes Unidos (UAE)—tem avançado em direção a estratégias financeiras que reduzem a dependência externa. Uma dessas iniciativas é a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, que Rosito destacou como uma pedra angular dessa mudança.
"A abertura deste banco reflete a aspiração dos membros do BRICS de participar proativamente na transformação da ordem econômica e financeira," detalhou ela. A expansão do BRICS e sua infraestrutura financeira sublinha uma ambição coletiva de remodelar o ambiente comercial global e diminuir a vulnerabilidade à volatilidade cambial ligada ao dólar americano.
Reconhecendo as limitações atuais, Rosito concedeu que a dominância do dólar persiste, particularmente no setor privado, devido à sua ampla aceitação e liquidez superior. Ela observou que as empresas continuam a mostrar uma forte inclinação para usar o dólar americano, tornando a transição para as moedas locais mais complexa.
“O desejo dos empresários de usar o dólar dos EUA no comércio devido à maior liquidez continua a ser um problema para os países membros do BRICS,” enfatizou Rosito. Apesar disso, ela destacou o objetivo abrangente do grupo:
O Brasil assumiu a presidência do BRICS da Rússia em 1º de janeiro de 2025 e sediará a 17ª cimeira do BRICS nos dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro. O bloco tem trabalhado para reduzir a dependência do dólar americano, apoiando pagamentos transfronteiriços em moedas locais. Embora tenham havido conversas sobre uma moeda unificada do BRICS para contrabalançar a dominância do dólar americano, desenvolvimentos recentes indicam que tal projeto não está atualmente na agenda do bloco. O Ministério da Fazenda do Brasil declarou explicitamente anteriormente que não há discussões formais em andamento para criar uma moeda comum entre as nações do BRICS.