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Analistas: Vantagens estruturais para o ouro permanecem apesar da queda de preço, surgem caçadores de pechinchas
Em 28 de março, segundo a Bloomberg, após ter registado a maior queda em anos, os compradores em busca de pechinchas começaram a entrar no mercado do ouro. À hora de fecho de quinta-feira, os preços do ouro tinham caído 19% face ao seu pico de fecho de janeiro, aproximando-se do limiar de 20% que tradicionalmente marca o início de um mercado bear. No entanto, até sexta-feira, os compradores regressaram ao mercado, fazendo com que os preços do ouro subissem cerca de 3%.
George Efstathopoulos, gestor de fundos na Fidelity International, afirmou que esta correção representa uma oportunidade de compra assim que as tensões no Médio Oriente se atenuarem. Os riscos de inflação, as pressões orçamentais e as preocupações sobre a credibilidade da dívida pública continuam a ser ventos estruturais favoráveis ao ouro. Os analistas também referiram que uma guerra envolvendo o Irão poderia levar os bancos centrais a vender ouro, ou pelo menos a abrandar o ritmo das suas compras. Daniel Ghali, estratega de matérias-primas na TD Securities, acredita que, tendo em conta que os bancos centrais têm sido a pedra angular das compras neste mercado em alta, uma venda direta em grande escala teria um impacto mais imediato nos preços e um efeito mais destrutivo no sentimento do mercado. No entanto, por agora, a tendência mais ampla deverá ser um abrandamento gradual no ritmo das compras de ouro pelos bancos centrais, em vez de uma mudança total para vendas.