O Presidente da Argentina, Milei, enfrenta crescentes pedidos de investidores para deixar o peso flutuar livremente, mas permanece hesitante em fazer esse movimento. O verdadeiro desafio? O país ainda lida com décadas de expansão monetária — uma solução rápida para problemas fiscais que se tornou profundamente enraizada. O hábito do banco central de imprimir dinheiro para cobrir os gastos do governo criou um desequilíbrio estrutural que simplesmente deixar a moeda flutuar não resolverá instantaneamente. Enquanto os mercados pressionam pela liberalização da moeda, Milei sabe que desvincular o peso demasiado rapidamente poderia desencadear picos de inflação imediatos e fuga de capitais. É um clássico dilema: não fazer nada e a credibilidade se deteriora ainda mais; mover-se rápido demais e uma crise econômica se segue. A trajetória da Argentina espelha lições mais amplas para qualquer economia dependente de expansão monetária — não há saída sem dor.
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LeverageAddict
· 9h atrás
Haha, esta partida do Millay é realmente difícil de aguentar, não jogar ou jogar é uma armadilha.
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0xSoulless
· 9h atrás
Flutuar ou não, é a mesma coisa, a Argentina foi completamente destruída pela máquina de imprimir dinheiro, agora já é tarde demais para escapar.
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BoredRiceBall
· 9h atrás
A estratégia da Argentina é um ciclo vicioso, seja qual for a decisão de flutuação, acaba levando na cabeça.
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ChainComedian
· 9h atrás
A peça na Argentina, vai ou não lançar a moeda flutuante? Os investidores estão desesperados, mas Milei sabe muito bem... A impressora de dinheiro tem estado a funcionar há décadas, agora quer parar? Não é tão simples assim, hein
O Presidente da Argentina, Milei, enfrenta crescentes pedidos de investidores para deixar o peso flutuar livremente, mas permanece hesitante em fazer esse movimento. O verdadeiro desafio? O país ainda lida com décadas de expansão monetária — uma solução rápida para problemas fiscais que se tornou profundamente enraizada. O hábito do banco central de imprimir dinheiro para cobrir os gastos do governo criou um desequilíbrio estrutural que simplesmente deixar a moeda flutuar não resolverá instantaneamente. Enquanto os mercados pressionam pela liberalização da moeda, Milei sabe que desvincular o peso demasiado rapidamente poderia desencadear picos de inflação imediatos e fuga de capitais. É um clássico dilema: não fazer nada e a credibilidade se deteriora ainda mais; mover-se rápido demais e uma crise econômica se segue. A trajetória da Argentina espelha lições mais amplas para qualquer economia dependente de expansão monetária — não há saída sem dor.