De acordo com as últimas notícias, a correlação de 52 semanas entre o Bitcoin e o ouro caiu para zero, pela primeira vez desde meados de 2022, e pode virar negativa até ao final de janeiro. Este sinal técnico costuma indicar uma forte tendência de alta para o Bitcoin na história. Os dados mostram que, em situações semelhantes, o Bitcoin normalmente sobe em média 56% em cerca de dois meses, correspondendo a uma faixa de preço de aproximadamente 144.000 a 150.000 dólares. O preço atual do Bitcoin está próximo de 93.277 dólares, o que significa que o potencial de subida pode ultrapassar 50%.
O que significa a correlação negativa
Sinal técnico chave
A divergência entre o movimento do Bitcoin e do ouro é um fenómeno que merece atenção. Geralmente, ambos os ativos são considerados instrumentos de proteção, com alta correlação. Quando a correlação se torna negativa, significa que eles começam a mover-se em direções opostas — o ouro enfraquece enquanto o Bitcoin se fortalece, o que costuma indicar um aumento na preferência por ativos de risco no mercado.
De acordo com dados históricos, em situações semelhantes de correlação negativa, o Bitcoin costuma subir em média 56% em cerca de dois meses. Se essa regra se confirmar, o intervalo de preço alvo seria de 144.000 a 150.000 dólares. Com o preço atual de 93.277 dólares, isso implica um potencial de subida superior a 50%.
Limitações da referência histórica
É importante esclarecer que, embora as regras históricas ofereçam uma orientação, elas não são absolutas. O desempenho passado não garante que se repetirá no futuro. A correlação negativa é apenas um sinal; a concretização depende de outros fatores.
Apoios macroeconómicos múltiplos
Mudanças no ambiente de liquidez global
Análises indicam que o atual ambiente macroeconómico possui vários fatores positivos que sustentam a subida do Bitcoin:
Reforço da liquidez global: Dados de crescimento do M2 mostram aumento na oferta monetária mundial
Fim próximo do aperto quantitativo do Federal Reserve: A política de QT (aperto quantitativo) está a chegar ao fim, sugerindo uma possível melhoria no ambiente de liquidez
Início de um novo ciclo de flexibilização monetária: Matt Hougan, diretor de pesquisa da Bitwise, afirma que o mundo entrou numa nova fase de estímulos, geralmente favorável a ativos de risco como o Bitcoin
Estes fatores macroeconómicos, combinados com o sinal técnico de correlação negativa, criam uma ressonância que reforça a persuasão de uma tendência de alta.
Validação da estrutura cíclica
Do ponto de vista da estrutura cíclica, analistas acreditam que o movimento do Bitcoin está a reproduzir o padrão de alta de 2020-2021. Na altura, o Bitcoin saiu de uma fase de consolidação de longo prazo para uma tendência de subida, atingindo um crescimento expressivo. Atualmente, o Bitcoin passou da fase de consolidação de longo prazo para uma fase inicial de subida “quase parabólica”; se o padrão histórico continuar, o objetivo de preço nesta fase pode estar próximo dos 150.000 dólares.
Período atual crítico
O Bitcoin encontra-se numa janela de tempo sensível. A correlação pode virar negativa até ao final de janeiro, uma data que merece atenção. Além disso, as mudanças no ambiente macroeconómico, a recuperação da liquidez e a ressonância da estrutura cíclica apontam todos na mesma direção — o Bitcoin pode estar a preparar-se para uma subida mais significativa.
Por outro lado, é importante reconhecer que o mercado ainda apresenta incertezas. No curto prazo, o Bitcoin mantém-se numa faixa de cerca de 90.000 dólares, e uma quebra requer mais catalisadores. Fluxos de fundos para ETFs, divulgação de dados macroeconómicos e movimentos políticos podem influenciar os próximos passos.
Resumo
Embora a correlação negativa seja um sinal positivo, as decisões de investimento não devem basear-se apenas num indicador. Os pontos principais são:
Tecnicamente, a correlação negativa oferece uma referência histórica, com uma média de subida de 50% que deve ser considerada
Do ponto de vista macroeconómico, a melhoria da liquidez global e o início de um ciclo de estímulos sustentam o Bitcoin
Em termos de estrutura cíclica, o movimento atual assemelha-se ao ciclo de alta de 2020-2021, com um objetivo de preço próximo dos 150.000 dólares
Em termos temporais, o final de janeiro é um momento-chave para a correlação virar negativa e para observar os próximos movimentos
O Bitcoin encontra-se numa fase crucial, com a correlação negativa, a melhoria macroeconómica e a ressonância cíclica a apontar para uma tendência de alta, mas a realização definitiva ainda depende de validações futuras.
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A correlação entre Bitcoin e ouro torna-se negativa, a previsão histórica indica um potencial de aumento de 50%
De acordo com as últimas notícias, a correlação de 52 semanas entre o Bitcoin e o ouro caiu para zero, pela primeira vez desde meados de 2022, e pode virar negativa até ao final de janeiro. Este sinal técnico costuma indicar uma forte tendência de alta para o Bitcoin na história. Os dados mostram que, em situações semelhantes, o Bitcoin normalmente sobe em média 56% em cerca de dois meses, correspondendo a uma faixa de preço de aproximadamente 144.000 a 150.000 dólares. O preço atual do Bitcoin está próximo de 93.277 dólares, o que significa que o potencial de subida pode ultrapassar 50%.
O que significa a correlação negativa
Sinal técnico chave
A divergência entre o movimento do Bitcoin e do ouro é um fenómeno que merece atenção. Geralmente, ambos os ativos são considerados instrumentos de proteção, com alta correlação. Quando a correlação se torna negativa, significa que eles começam a mover-se em direções opostas — o ouro enfraquece enquanto o Bitcoin se fortalece, o que costuma indicar um aumento na preferência por ativos de risco no mercado.
De acordo com dados históricos, em situações semelhantes de correlação negativa, o Bitcoin costuma subir em média 56% em cerca de dois meses. Se essa regra se confirmar, o intervalo de preço alvo seria de 144.000 a 150.000 dólares. Com o preço atual de 93.277 dólares, isso implica um potencial de subida superior a 50%.
Limitações da referência histórica
É importante esclarecer que, embora as regras históricas ofereçam uma orientação, elas não são absolutas. O desempenho passado não garante que se repetirá no futuro. A correlação negativa é apenas um sinal; a concretização depende de outros fatores.
Apoios macroeconómicos múltiplos
Mudanças no ambiente de liquidez global
Análises indicam que o atual ambiente macroeconómico possui vários fatores positivos que sustentam a subida do Bitcoin:
Estes fatores macroeconómicos, combinados com o sinal técnico de correlação negativa, criam uma ressonância que reforça a persuasão de uma tendência de alta.
Validação da estrutura cíclica
Do ponto de vista da estrutura cíclica, analistas acreditam que o movimento do Bitcoin está a reproduzir o padrão de alta de 2020-2021. Na altura, o Bitcoin saiu de uma fase de consolidação de longo prazo para uma tendência de subida, atingindo um crescimento expressivo. Atualmente, o Bitcoin passou da fase de consolidação de longo prazo para uma fase inicial de subida “quase parabólica”; se o padrão histórico continuar, o objetivo de preço nesta fase pode estar próximo dos 150.000 dólares.
Período atual crítico
O Bitcoin encontra-se numa janela de tempo sensível. A correlação pode virar negativa até ao final de janeiro, uma data que merece atenção. Além disso, as mudanças no ambiente macroeconómico, a recuperação da liquidez e a ressonância da estrutura cíclica apontam todos na mesma direção — o Bitcoin pode estar a preparar-se para uma subida mais significativa.
Por outro lado, é importante reconhecer que o mercado ainda apresenta incertezas. No curto prazo, o Bitcoin mantém-se numa faixa de cerca de 90.000 dólares, e uma quebra requer mais catalisadores. Fluxos de fundos para ETFs, divulgação de dados macroeconómicos e movimentos políticos podem influenciar os próximos passos.
Resumo
Embora a correlação negativa seja um sinal positivo, as decisões de investimento não devem basear-se apenas num indicador. Os pontos principais são:
O Bitcoin encontra-se numa fase crucial, com a correlação negativa, a melhoria macroeconómica e a ressonância cíclica a apontar para uma tendência de alta, mas a realização definitiva ainda depende de validações futuras.